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dc.contributor.advisorCuzzuol, Geraldo Rogério Faustini-
dc.date.accessioned2018-08-02T00:16:25Z-
dc.date.available2018-08-01-
dc.date.available2018-08-02T00:16:25Z-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/10004-
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleAnálises morfofisiológicas de plantas de pau-brasil (Caesalpinia echinata Lam.) cultivadas em pleno sol e em sombreamento naturalpor
dc.typemasterThesisen
dc.subject.udc57-
dc.subject.br-rjbnEcofisiologia vegetal-
dc.subject.br-rjbnSucessão ecológica-
dc.subject.br-rjbnPlantas - Desenvolvimento-
dc.subject.br-rjbnFotossíntese-
dc.subject.br-rjbnPlantas - Anatomia-
dc.subject.br-rjbnStress oxidativo-
dcterms.abstractOs relatos contraditórios quanto às adaptações funcionais sob irradiância do pau-brasil (Paubrasilia echinata Lam.) podem ter relação com a divergência morfológica refletida por variações genéticas entre populações desta espécie. Este fato dificulta uma classificação precisa deste vegetal para propagação e manutenção de mudas, bem como reintrodução ex situ à floresta atlântica brasileira. Com o intuito de fornecer informações mais precisas para a conservação e promoção de manejos florestais mais adequados com P. echinata, o objetivo deste trabalho foi caracterizar as respostas morfofisiológicas e bioquímicas de três morfotipos de pau-brasil: o pequeno (SV small variant), médio (MV medium variant) e grande (LV large variant), em relação à irradiância. Em um primeiro trabalho realizaram-se medidas de crescimento, trocas gasosas, teores de compostos fenólicos, atividade de enzimas antioxidantes (CAT, APX, POD e PPO) e concentração de auxinas totais dos três morfotipos sob 100% e 15% de irradiância. Registrou-se que o metabolismo secundário, o processo antioxidativo, os parâmetros da fotossíntese e crescimento apontam o LV e o MV como variações morfológicas com tendências para plantas heliófilas. Diferentemente do SV que se apresentou tendente à umbrófila. Essa divergência adaptativa sob a alta irradiância entre os morfotipos de pau-brasil instigaram o desenvolvimento de um segundo trabalho, buscando avaliar os efeitos da suplementação da radiação UV-B incidente a um morfotipo heliófilo, o MV e um umbrófilo, o SV. Para isso, realizaram-se medidas de crescimento, fotossíntese, teores de compostos de absorção do UV, carboidratos estruturais e não estruturais, bem como quantificação de teores de peróxido de hidrogênio e malonaldeído (MDA). O efeito da UV-B mostrou-se positivo no MV, uma vez que melhorou sua eficiência fotoquímica e otimizou suas trocas gasosas e crescimento. A incidência de UV-B causou efeitos adaptativos em MV que se apresentou com alto grau de tolerância a essa radiação. Este fato pode ser explicado pelo comportamento heliófilo deste morfotipo, com tolerância a ambientes com prevalência de alta irradiância ricos em UV. Pro outro lado, a incidência da radiação estimulou efeitos fotoinibitórios no SV, que apresentou menor crescimento, menor taxa fotossintética e alta respiração. O aumento dos teores de peróxido de hidrogênio estimularam danos oxidativos em SV traduzidos visivelmente em áreas cloróticas foliares que evoluíram para necrose e abscisão foliar. Partindo de relatos de trabalhos florísticos já publicados quanto à incidência natural dos morfotipos de P. echinata, observa-se que o SV pode ser encontrado, predominantemente, em matas umbrófilas densas ou matas de tabuleiro com alto sombreamento; enquanto o MV e o LV podem ser encontrados em regiões com prevalência de matas mais abertas, com mais clareiras e maior irradiância. Conclui-se que as diferenças exibidas pelos três morfotipos de pau-brasil quanto à irradiância contrastante e à exposição da radiação ultravioleta-B (UV-B) apresentadas neste trabalho parecem refletir as condições preponderantes de seus centros de origem. Neste sentido, sugere-se a utilização do SV, com características umbrófilas, para recuperação de áreas de mata atlântica mais densa, com prevalência em regiões pluviais e litorâneas úmidas. Já quanto ao MV e ao LV, recomenda-se seus plantios em matas estacionais deciduais e semideciduais da floresta atlântica, com prevalência de clareiras e altas irradiâncias.por
dcterms.abstractCaesalpinia echinataLam. is a endangered tree of the Atlantic Florest. Published data has demonstrated that this specie threedifferent leaf morphological variants, and variant small leaflet considered a secondary classification plant forest succession, in contrast with the results of growth medium leaflet variant observed in the field. The central aim of this study was to characterize some morphological, biochemical and physiological leaf morphotype average C. echinata contrasting under conditions of irradiance. This work was conducted at the Reserva Natural da Valein the municipality of Sooretama, ES. We analyzed average leaflets of fully expanded leaves us third-fourth of young plants of Brazil wood in two different light conditions: full sun and natural shade. Plants in full sun showed greater efficiency in capturing light energy, followed by a photochemical better utilization and higher net carbon assimilation, which possibly resulted in a higher content of soluble carbohydrates. Because of the imbalance photosynthetic presumed to have been an excess plant photorespiratory activity in shading in an attempt to prevent the formation of free radicals by reducing compounds formed. The energy that should be being used in photochemical reactions and / or biochemical plants to shading was, for the most part, dissipated as heat or re-emitted as fluorescence translocated to the production of antioxidative defense compounds of secondary metabolism. Therefore, the high light condition provided greater growth of population exposed to full sun in relation to plants exposed to low light. The morphology and anatomic levels of photosynthetic pigments of plants exposed to the sun presented in this study also indicate a strong tolerance to this variant of intense light condition. The results presented in this paper show that the direct solar radiation is configured as a condition more suitable for the planting of shading variant mean leaf of Brazil wood. Given these differences in morphology and ecophysiological variants of the species C. echinata, a restructuring is necessary taxonomic species in possible sub-specific taxa, for thus reestablish anew classification of Brazil wood in forest succession, and thus provide support for proper planting and management of this plant in reforestation programseng
dcterms.creatorGama, Vinícius Novo-
dcterms.formatTextpor
dcterms.issued2013-02-26-
dcterms.languagepor-
dcterms.subjectSucessão florestalpor
dcterms.subjecteficiência fotossintéticapor
dcterms.subjectanatomiapor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Biologia Vegetalpor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.subject.cnpqBiologia |Geral-
dc.publisher.courseMestrado em Biologia Vegetalpor
dc.contributor.refereeCorte, Viviana Borges-
dc.contributor.refereeGonçalves, José Francisco de Carvalho-
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