Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://repositorio.ufes.br/handle/10/10042
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorFERNANDES, V. O.
dc.date.accessioned2018-08-02T00:16:44Z-
dc.date.available2018-08-01
dc.date.available2018-08-02T00:16:44Z-
dc.identifier.citationCOSTA, A. G., EFEITOS de Diferentes Condições Físicas e Efluentes agrícolas Sobre o Cultivo de Microalgas da Familia scenedesmaceae Como Subsídio à Aplicação biotecnológicapor
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/10042-
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleEFEITOS de Diferentes Condições Físicas e Efluentes agrícolas Sobre o Cultivo de Microalgas da Familia scenedesmaceae Como Subsídio à Aplicação biotecnológicapor
dc.typedoctoralThesisen
dc.contributor.memberDIAS JUNIOR, C.
dc.contributor.memberVIEIRA, G. H. S.
dc.contributor.memberMONACO, P. A. V. L.
dc.contributor.memberALMEIDA, S. Z.
dc.contributor.memberMILANEZ, C. R. D.
dc.contributor.memberBATITUCCI, M. C. P.
dcterms.abstractO crescente interesse pelo cultivo de microalgas se deve não somente à sua importância ambiental e biológica, mas também por constituir uma importante ferramenta para a produção de biomassa com diversas aplicações de interesse econômico, como a obtenção de biocompostos para suplementação alimentar humana, produção de ração animal, além de outras aplicações potenciais, como o tratamento de águas residuais e produção de biocombustíveis. Estudos com a manipulação das condições de cultivo, como luz e temperatura, são importantes para avaliar o desenvolvimento das microalgas e viabilizar o aumento da biomassa, subsidiando a redução dos custos em sua produção. Além disso, o uso de meios alternativos de fácil aquisição e que sejam ricos em compostos nutricionais, como efluentes de atividades agrícolas, pode ajudar a viabilizar o processo em maior escala. Neste estudo foram avaliados os efeitos de diferentes condições de temperatura (25ºC, 30ºC e 35ºC) e luminosidade (sem sombreamento, sombreamento 50% e sombreamento 70%) sobre o crescimento e biomassa da espécie Desmodesmus communis, bem como foram testadas diferentes concentrações de efluentes agrícolas (solução hidropônica residual de cultivo de alface e resíduo de suinocultura biodigerido) como meios alternativos no cultivo de Scenedesmus acuminatus, visando minimizar custos produtivos e mitigar impactos ambientais. Para a solução hidropônica residual foram estabelecidos três tratamentos com diferentes concentrações do efluente (20%, 30% e 40%) e um controle com meio de cultura sintético ASM1; para o resíduo de suinocultura biodigerido também foram estabelecidos três tratamentos com diferentes concentrações do efluente (10%, 15% e 20%) e um controle com meio de cultura sintético. No experimento com diferentes temperaturas, maiores densidades celulares foram registradas em 30°C e 35°C, mas o acúmulo de massa seca e clorofila foi significativamente maior em 30°C. Quanto à luminosidade, a condição sem sombreamento e o sombreamento 50% apresentaram valores aproximados dos parâmetros de crescimento. Maior concentração de clorofila foi registrada no tratamento 50%. As algas cultivadas sob sombreamento 70% apresentaram significativa limitação no crescimento, produção de biomassa e clorofila. Nos experimentos com diferentes concentrações de efluentes agrícolas, além da avaliação do crescimento, foram analisadas as diferenças na composição química 9 (carboidratos, proteínas, lipídios e ésteres metílicos de ácidos graxos) da biomassa gerada, bem como seu potencial em termos de remoção de nutrientes. Concluiu-se que níveis intermediários de temperatura e luminosidade apresentaram resultados mais promissores para serem empregados no cultivo de D. communis, com vistas à obtenção de compostos de interesse comercial. Quanto às diferentes concentrações dos efluentes agrícolas testados como meios de cultura alternativos, o cultivo de S. acuminatus em solução hidropônica residual apresentou-se como uma proposta interessante, uma vez que as algas utilizadas apresentaram elevado crescimento nas maiores concentrações testadas deste efluente, além de grande potencial para remover compostos inorgânicos de águas residuais e para produzir biomassa útil para a produção de biocombustíveis, fertilizantes e outros bioprodutos. Por outro lado, o cultivo da microalga em efluente de suinocultura após biodigestão apresentou baixa eficiência em termos de produtividade de biomassa útil e de biorremediação, sendo inviável ao crescimento das algas em concentrações superiores à 10% do efluente. Palavras-chave: Biodiesel biorremediação efluentes luz microalgas temperaturapor
dcterms.creatorCOSTA, A. G.
dcterms.formatapplication/pdfpor
dcterms.issued2018-03-29
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Biologia Vegetalpor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseDOUTORADO EM BIOLOGIA VEGETALpor
Aparece nas coleções:PPGBV - Teses de doutorado

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
tese_11865_TESE ADRIANO - DEFESA.pdf2.82 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.