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Título: Impacto do acompanhamento farmacoterapêutico na adesão ao tratamento e no controle metabólico e inflamatório de pacientes com Diabetes Mellitus Tipo II
Autor(es): SANTOS, M. P.
Orientador: BEM, D. A. M. G.
Coorientador: GONCALVES, R. C. R.
Data do documento: 22-Ago-2018
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: SANTOS, M. P., Impacto do acompanhamento farmacoterapêutico na adesão ao tratamento e no controle metabólico e inflamatório de pacientes com Diabetes Mellitus Tipo II
Resumo: O presente estudo visou avaliar o impacto do acompanhamento farmacoterapêutico (AF) na adesão ao tratamento (AT) e em parâmetros metabólicos e inflamatórios de pacientes com DM2. Trata-se de um estudo clínico prospectivo, onde foram selecionados 60 pacientes diagnosticados com DM2, vinculados às equipes de Unidade de Saúde da Família (USF) do território de Maruípe. Os pacientes receberam AF com orientações de forma individual a cada 2 meses, durante um período de 6 meses. Para o AF, foi utilizada uma adaptação da metodologia SOAP, e para a adesão e conhecimento do tratamento (CT) foram utilizados os testes Morisky-Green (TMG) e MedTake (MTT). Os parâmetros clínicos e antropométricos foram medidos e/ou obtidos no momento da realização do AF. Os parâmetros bioquímicos foram investigados pelos exames de glicemia de jejum, hemoglobina glicada, perfil lipídico, creatinina plasmática, gama-GT, ureia e ácido úrico. A avaliação da inflamação foi realizada por meio dos marcadores inflamatórios: fibrinogênio, proteína C reativa ultrassensível (PCRus), interleucina-6 (IL-6) e fator de necrose tumoral alfa (TNF-&#945;). Além disso, foi realizada a investigação dos polimorfismos nas regiões promotoras dos genes do fibrinogênio (-148 C/T), IL-6 (-174 G/C) e TNF-&#945; (-308G/A e -238G/A). Neste estudo, foi encontrado um aumento significativo (p<0,0001) na AT e no CT após o AF. Sobre o tratamento farmacológico, os pacientes obtiveram uma melhora (p<0,05) em relação ao MTT para metformina, insulina e gliclazida, nas perguntas do TMG e na adesão aos tipos de tratamentos para o DM2, evidenciando uma melhora na AT e no CT. Além disso, não foram observadas mudanças significativas no controle metabólico, PAS e PAD, IMC, peso, circunferência abdominal e glicemia capilar. Entretanto, houve aumento significativo para as variáveis HDL-c e RCQ (relação cintura/quadril). Em relação aos marcadores inflamatórios, apenas o fibrinogênio reduziu significativamente (p=0,0224). A PCRus, a IL-6 e o TNF-&#945; não sofreram mudanças significativas (p>0,05). Os resultados da investigação dos polimorfismos (SNP) não mostraram influência dos genótipos nos níveis plasmáticos de fibrinogênio, IL-6 e TNF-&#945; (p>0,05). Portanto, a atenção farmacêutica foi relevante por contribuir na melhora da AT, do CT e dos níveis de HDL-c e fibrinogênio em pacientes com DM2. Palavras chaves: Diabetes mellitus tipo 2, acompanhamento farmacoterapêutico, adesão ao tratamento, marcadores inflamatórios.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/10141
Aparece nas coleções:PPGCFAR – Dissertações de Mestrado

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