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Título: Influência do Uso de Reservatório de Armazenamento de Água de Chuva Sobre o Pico de Eventos Hidrológicos de uma Bacia Urbana
Autor(es): MARVILA, F. C.
Orientador: RIGO, D.
Data do documento: 6-Mar-2018
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: MARVILA, F. C., Influência do Uso de Reservatório de Armazenamento de Água de Chuva Sobre o Pico de Eventos Hidrológicos de uma Bacia Urbana
Resumo: O crescimento das cidades apresenta como consequência o espraiamento da malha urbana em direção a espaços com predomínio de cobertura vegetal localizado às margens da região urbana. Gradativamente, áreas permeáveis tornam-se impermeáveis, aumentando o escoamento superficial e reduzindo a recarga hídrica do lençol freático em eventos pluviométricos. Esses impactos hidrológicos podem ser mitigados por meio de um planejamento urbano que inclua um gerenciamento adequado do manejo águas pluviais preferencialmente antecedentes à consolidação da área urbana. A integração de medidas estruturais e não estruturais devem ser analisadas de maneira macro de acordo com as necessidades e possibilidades de cada bacia de drenagem urbana. A participação pública tem um papel importante em consolidar esses dados e torná-los um auxílio na tomada de decisão de cunho legislativo sobre a drenagem urbana. Os reservatórios de armazenamento de água de chuva (RAAC) são uma das práticas alternativas de retenção na fonte utilizadas para mitigar os picos de chuva em áreas urbanas. Em algumas cidades, essa prática é exigida em lotes com pré-requisitos específicos por orientação de documentos legislativos. Nesse trabalho são apresentados os resultados da simulação da bacia do Canal de Guaranhuns, localizado em Vila Velha, Espírito Santo, utilizando RAAC em uma situação em que a zona urbana apresenta a estrutura orientada pelo Plano Diretor Municipal. Na simulação, foi utilizado o método de transformação de chuva-vazão SCS por meio do software Hec-HMS. Após a representação dos volumes de armazenamento nos hietogramas de chuva, os mesmos foram inseridos no modelo a fim de estimar os picos de vazão em cada microbacia. Na análise dos resultados, observou-se que os reservatórios não apresentam capacidade para reduzir os picos de escoamento aos níveis hidrológicos de pré-ocupação. No entanto, em situações mais realistas, podem reduzir os picos de vazão em cerca de 10% para retornos pluviométricos com períodos de retorno de 5 anos, viabilizando seu uso junto às demais práticas de mitigação de impactos hidrológicos.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/10176
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