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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorSANTOS, J. M.
dc.date.accessioned2018-08-24T22:53:11Z-
dc.date.available2018-08-24
dc.date.available2018-08-24T22:53:11Z-
dc.identifier.citationFERONI, R. C., Modelagem matemática da volatilização de sulfeto de hidrogênio a partir de superfícies líquidas quiescentes expostas ao escoamento atmosféricopor
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/10238-
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleModelagem matemática da volatilização de sulfeto de hidrogênio a partir de superfícies líquidas quiescentes expostas ao escoamento atmosféricopor
dc.typemasterThesisen
dc.contributor.memberReis Jr, N.C.
dc.contributor.memberGOMES, M. S. P.
dcterms.abstractNeste estudo, a volatilização de sulfeto de hidrogênio dissolvido em um líquido, a partir de um tanque com superfície quiescente livre, é estudada através da solução numérica das equações de transporte. Superfícies líquidas quiescentes estão presentes em unidades de Estações de Tratamento de Esgoto (ETE) como, por exemplo, em tanque de sedimentação. O sulfeto de hidrogênio (H2S) é tipicamente encontrado dissolvido em esgotos domésticos e industriais e pode ser volatilizado ocasionando a percepção de odor devido ao seu baixo limite de detecção e reconhecimento e sua considerável taxa de emissão. Para estimar a volatilização de gases dissolvidos em um líquido a partir de superfícies quiescente foi utilizado o método dos volumes finitos (MVF) para resolver as equações de conservação de massa, quantidade de movimento e espécies químicas com o auxílio do programa de fluido dinâmica computacional ANSYS-CFX. O escoamento foi considerado isotérmico. Os resultados obtidos através das simulações numéricas são comparados a simulações apresentadas por outros autores a fim de validar com as simulações o modelo matemático empregado. Os estudos mostram que a volatilização de um gás dissolvido em água a partir de uma superfície livre quiescente está intimamente ligada a parâmetros como número de Reynolds (Re), número de Schmidt (Sc), relação entre a altura e o comprimento (AR) do tanque onde está a fase líquida e número de Henry (KH) da substância. No atual estudo o coeficiente global de transferência de massa (KL) mostrou-se maior para um Re maior. A presença das recirculações na fase líquida também foram maiores conforme aumentava-se o número de Re. Para Re = 702,07, KL ficou compreendido entre 3,08×10-6m/s e 4,04 ×10-6m/s; para Re = 970,38, KL ficou compreendido entre 3,24×10-6m/s e 4,30×10-6m/s e para Re = 1220,11, KL ficou compreendido entre 4,10×10-6m/s e 5,36 ×10-6m/s.por
dcterms.creatorFERONI, R. C.
dcterms.formatapplication/pdfpor
dcterms.issued2010-08-26
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Engenharia Ambientalpor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseMestrado em Engenharia Ambientalpor
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