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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorRIGO, D.
dc.date.accessioned2018-08-24T22:53:16Z-
dc.date.available2018-08-24
dc.date.available2018-08-24T22:53:16Z-
dc.identifier.citationPEDRUZZI, C. V., Integração simulação computacionalimagem de satélite para avaliação da dinâmica da pluma do Rio Doce - ES.por
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/10254-
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleIntegração simulação computacionalimagem de satélite para avaliação da dinâmica da pluma do Rio Doce - ES.por
dc.typemasterThesisen
dc.contributor.memberTEIXEIRA, E. C.
dc.contributor.memberARAUJO FILHO, M. C.
dcterms.abstractNa região costeira norte do Espírito Santo deságua, no oceano, a pluma fluvial do Rio Doce, que influencia em grande parte das características ambientais no entorno da sua foz e região costeira adjacente. O objetivo do presente estudo foi simular a pluma fluvial do Rio Doce e estudar sua dinâmica no oceano, utilizando o sistema de modelos computacionais SisBsHiA, com a aplicação do modelo 2DH e do modelo de transporte lagrangeano. O modelo 2DH foi utilizado para geração dos campos de velocidade, enquanto o modelo lagrangeano foi utilizado na simulação da dinâmica da pluma do rio em diferentes cenários, envolvendo seus principais padrões comportamentais e processos hidrodinâmicos, associados às forçantes naturais. O modelo 2DH foi calibrado com o uso de dados de maré e de correntometria. Seus resultados foram utilizados nos estudos das forçantes ambientais e foram acoplados ao modelo lagrangeano. Os resultados das simulações lagrangeanas foram contrastados com imagens de satélite, para avaliação do modelo e estudo da pluma. A análise dos resultados indicou que existem diferentes padrões de distribuição da pluma do Rio Doce: ventos com alta intensidade provenientes do NE induzem a formação de vórtices ao sul da desembocadura, enquanto ventos com alta intensidade provenientes do SE atuam na contenção da pluma, formando uma protuberância junto à foz. Vazões elevadas do rio induzem a formação de protuberância junto à foz. A simulação computacional da pluma do Rio Doce, através de modelo 2DH, demonstra boa aplicabilidade como primeira aproximação para a representação da dinâmica da pluma do Rio Doce. O uso do modelo lagrangeano, em conjunto com imagens de satélites, permitiu a identificação de características da dinâmica de plumas, em geral e da pluma do Rio Doce, observadas na revisão de literatura. Entretanto, os resultados obtidos foram considerados com ressalvas, pois o modelo apresentou melhor aplicabilidade para condições de vento de alta intensidade.por
dcterms.creatorPEDRUZZI, C. V.
dcterms.formatapplication/pdfpor
dcterms.issued2011-08-18
dcterms.subjectSimulação (Computadores)por
dcterms.subjectSatélitespor
dcterms.subjectEstuáriospor
dcterms.subjectpor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Engenharia Ambientalpor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseMestrado em Engenharia Ambientalpor
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