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Título: Desaguamento e higienização de lodo de esgoto, utilizando estufa agrícola sobre leitos de secagem
Autor(es): LOZER, J. G.
Orientador: GONCALVES, R. F.
Braga
Palavras-chave: Lodo de esgoto
higienização
estufa agrícola
leitos de sec
Data do documento: 31-Ago-2012
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: LOZER, J. G., Desaguamento e higienização de lodo de esgoto, utilizando estufa agrícola sobre leitos de secagem
Resumo: RESUMO O lodo de esgoto é o resíduo produzido em maior volume nas Estações de Tratamento de Esgoto e, após ser submetido a algum processo de higienização pode ser utilizado como biossólido na agricultura. Neste contexto, o presente trabalho apresenta como principal objetivo o estudo do desempenho de estufas agrícolas sobre leito de secagem no desaguamento e na higienização do lodo de descarte de uma estação de tratamento de esgoto operada por reatores anaeróbios de fluxo ascendente e manta de lodo associado a um biofiltro aerado submerso, fundamentado na exposição prolongada do lodo à radiação solar em leitos de secagem. A pesquisa foi realizada em escala real na Estação de Tratamento de Esgoto de Castelo, em três repetições consecutivas, com duração de 28 dias cada. Em cada repetição foram utilizados quatro leitos de secagem, destes, dois foram cobertos com módulos de estufa agrícola e os outros ficaram expostos às alterações climáticas. As cargas de sólidos totais aplicadas nos leitos de secagem variaram de 6,4 kgSST.m-2 a 17,8 kgSST.m-2 durante as três repetições do experimento, sendo objeto de comparação dos resultados. Em relação à remoção do teor de umidade da massa de lodo, o leito coberto 1, que apresentava menores taxas de sólidos totais aplicadas, foi o que obteve melhores resultados, alcançando teores de umidade de até 6,8%. Para os parâmetros microbiológicos, ao final dos 28 dias do experimento foi constatado que: apenas o leito coberto 2 na repetição 2 apresentou resultados de coliformes termotolerantes abaixo de 103 NMP/gST. Apenas na repetição 3 obteve-se ausência de Salmonella em todos os quatro leitos de secagem e, por fim, as reduções nas concentrações de ovos viáveis de helmintos não foram suficientes para enquadrar o biossólido como Classe A conforme estabelecido pela Resolução n° 375/2006 do Conama.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/10277
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