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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorOLIVEIRA, A. E.
dc.date.accessioned2018-08-27T13:41:21Z-
dc.date.available2018-08-27
dc.date.available2018-08-27T13:41:21Z-
dc.identifier.citationANTUNES, M. N., Comunicando o risco: um olhar sobre a epidemia de Zikapor
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/10334-
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleComunicando o risco: um olhar sobre a epidemia de Zikapor
dc.typedoctoralThesisen
dcterms.abstractA comunicação de risco é definida como um processo de planejamento de comunicação de instituições públicas para enfrentar situações de crises ou riscos, que quase sempre se tornam eventos de mídia. Nos dias atuais, cada vez mais podem se tornar também eventos de mídia social. E, por isso, as mídias sociais devem ser consideradas no planejamento da comunicação diante de emergências. O objetivo desta tese é entender os aspectos que envolvem as relações entre uma emergência em saúde pública, os meios de comunicação e a sociedade e as instituições públicas responsáveis pela gestão do risco, tomando como eixo central o papel das mídias sociais na sociedade contemporânea. Para lançarmos um olhar sobre a epidemia de zika, alguns aspectos e elementos nos ajudam. Partimos dos alertas emitidos e da declaração da emergência em saúde pública, bem como da epidemia de significações das quais a zika está rodeada, principalmente pelo contexto de incerteza em que surgiu. Diante da sociedade que experimenta diariamente a incerteza, tecemos breves considerações sobre o risco. Do risco, passamos para a comunicação de risco e de emergência em saúde pública e as influências que as mídias sociais operam nessa equação. Foram desenvolvidos quatro estudos. No primeiro deles, foi realizada metassíntese, com a qual foram discutidos também temas como a mídia na era da pós-verdade e os desafios que as instituições públicas enfrentam neste contexto. No segundo, foi realizado o levantamento das principais ações de comunicação, a partir dos documentos oficiais que abordam a comunicação de risco e do levantamento dos altos recursos gastos em publicidade durante a epidemia de zika. Concluímos que a publicidade, entre outras ações, foi considerada prioritária e ocupou lugar de destaque nas estratégias de comunicação. No terceiro, discutimos a utilização do Facebook como ferramenta de comunicação de risco das instituições públicas na resposta à epidemia de zika. Foi realizado o levantamento das postagens das páginas do Ministério da Saúde e do Governo do Estado do Espírito Santo relacionadas ao tema e, logo após, foram categorizadas de acordo com o assunto abordado. Observou-se que, durante a emergência da epidemia de zika, as estratégias utilizadas nas mídias sociais não diferem das práticas em outros meios: um convite para o combate ao mosquito. No quarto estudo, foram analisadas as imagens que despertaram maior interesse e maior número de compartilhamentos por parte dos internautas a partir do dispositivo em rede Instagram. No estudo, recorremos ao ImageCloud, um aplicativo desenvolvido pelo Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cibercultura (Labic). Em suma, concluímos que o modelo atual adotado pela comunicação de risco e de emergências em saúde pública aponta para a necessidade de mudanças que incorporem novas estratégias e práticas que levem em conta os diversificados espaços, cenários, contextos e os processos sociais existentes. Desta forma, fica a pergunta: é possível outra forma de comunicação de risco e emergências em saúde pública no Brasil? Uma comunicação que esteja ancorada na integração e articulação de diversos atores no enfrentamento do risco? Em busca de respostas, apresentamos uma nova possibilidade para a comunicação de risco e emergência em saúde públicapor
dcterms.creatorANTUNES, M. N.
dcterms.formatapplication/pdfpor
dcterms.issued2018-07-17
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Saúde Coletivapor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseDoutorado em Saúde Coletivapor
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