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dc.contributor.advisorALMEIDA, J. C.
dc.date.accessioned2018-08-27T14:45:41Z-
dc.date.available2018-08-27
dc.date.available2018-08-27T14:45:41Z-
dc.identifier.citationCHAVES, M. P., As rosas no jardim de Zula: um estudo dos imaginários sociodiscursivos femininos no Teatro Documentáriopor
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/10351-
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleAs rosas no jardim de Zula: um estudo dos imaginários sociodiscursivos femininos no Teatro Documentáriopor
dc.typemasterThesisen
dc.contributor.memberLYSARDO-DIAS, D.
dc.contributor.memberRIBEIRO, A. M. M.
dc.contributor.memberCASOTTI, J. B. C.
dc.contributor.memberFERRAZ, D. M.
dcterms.abstractO objetivo principal desta pesquisa é analisar a dimensão enunciativa da cena documental contemporânea, com enfoque nos discursos dos sujeitos cênicos, por meio de uma abordagem transdisciplinar, fundamentada na Teoria Semiolinguística, nos Estudos sobre Gênero Social e nos Estudos sobre Teatro Documentário. Especificamente, nosso intento foi investigar quais imaginários sociodiscursivos femininos permeiam o espetáculo As rosas no jardim de Zula e de que maneira sua configuração linguageira os elabora. Por propormos uma investigação que considera a dimensão sociocomunicativa do discurso teatral, utilizamos um recorte teórico fruto de uma articulação entre conceitos semiolinguísticos propostos por Charaudeau (2001; 2005; 2007; 2008; 2014; 2016) e os propostos por Cordeiro (2005) e Machado (2015; 2016a; 2016b). Valemo-nos, ainda, de teóricas como Sarti (2004), Brah (2006) e Safiotti (2011), para as reflexões acerca do Gênero Social e do feminismo, além de contarmos com as contribuições de Boal (2009; 2011), Rancière (2012), Mendes (2012) e Giordano (2014), dentre outros, no que concerne aos Estudos Teatrais. Em hipótese, consideramos provável que essa situação de comunicação teatral documental atuaria como um espaço de denúncias de imaginários socialmente cristalizadas acerca dos sujeitos femininos e, portanto, de resistência às desigualdades sofridas por eles. Julgamos ser possível também que a inserção das narrativas de vidas de sujeitos comuns na cena contemporânea se comportaria como estratégia de captação de espectadores e que elas se apresentariam como a realidade posta em cena. Para tanto, procedemos a uma metodologia descritiva e qualitativa, a qual possibilitou o delineamento cênico-contratual, a identificação e a interpretação dos imaginários nas organizações discursivas predominantes deste ato de linguagem. Os resultados da análise nos levaram a contradizer a hipótese acerca da utilização da realidade na esfera cênica, pois, mesmo se tratando de documentos históricos, eles estão a serviço da construção dramatúrgica da peça, por isso, não rompem com o estatuto ficcional do contrato de comunicação das Artes Cênicas. Porém, na tentativa de melhor compreender as subjetividades emergentes no panorama teatral contemporâneo, fomos levados, inesperadamente, a propor a utilização dos sintagmas personagem-ator e espectator-emancipado para as instâncias subjetivas que utilizam efeitos de realidade sob o palco, incluindo as narrativas de vida. Confirmamos a hipótese, por outro lado, de que os discursos desses sujeitos femininos teatrais elaboram imaginários sociodiscursivos capazes de criticar e questionar a dominação de gênero vigente em nossa sociedade machista-patriarcal. Palavras-chave: Imaginários sociodiscursivos. Sujeito feminino. Análise Semiocênica. Narrativas de vida. Teatro Documentário.por
dcterms.creatorCHAVES, M. P.
dcterms.formatapplication/pdfpor
dcterms.issued2018-03-05
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Linguísticapor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseMestrado em Estudos Linguísticospor
dc.contributor.advisor-coALVES JUNIOR, M. A.
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