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dc.contributor.advisorLima, Fabio Luiz Malini de-
dc.date.accessioned2018-12-20T13:19:14Z-
dc.date.available2018-12-20-
dc.date.available2018-12-20T13:19:14Z-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/10509-
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.title#EstuproNãoÉCulpaDaVítima: as narrativas construídas no Twitter sobre o estupro cometido no Rio de Janeiropor
dc.typemasterThesisen
dc.subject.udc316.77-
dc.subject.br-rjbnFeminismo.por
dc.subject.br-rjbnCibercultura.por
dc.subject.br-rjbnMovimentos sociais.por
dc.subject.br-rjbnTwitter (Rede social on-line).por
dcterms.abstractNo dia 25 de maio de 2016 foi divulgado no Twitter o vídeo de um estupro coletivo a uma adolescente ocorrido em comunidade no Rio de Janeiro. O fato levantou entre os usuários da rede social um debate sobre a persistência do estupro na sociedade brasileiro e culminou em campanhas online contra a cultura do estupro, conceito central ao movimento feminista, norteadas pelas hashtags #EstuproNuncaMais e #EstuproNãoÉCulpaDaVítima. A partir de dados coletados entre os dias 24 e 27 de maio por meio do script Ford, ferramenta própria do Laboratório de Imagem e Cibercultura da Ufes (Labic/UFES), foi realizada um estudo à luz da análise perspectiva de redes sociais de Malini (2016) e dos conceitos da teoria feminista sobre as narrativas construídas pelos usuários do Twitter sobre o crime de estupro durante o período. Após a análise, concluiu-se que as campanhas onlines tiveram forte influência do pensamento feminista mas não do movimento em si, tendo o mundo dos fandoms como principal fator para a elevação da campanha ao status de viralização. Observou-se também a utilização da ferramenta de menções como modo de denúncia e, além disso, o alto número de usuários aliado a uma baixa quantidade de comunidades de perfis e ao aumento percentual explosivo do uso de hashtags como possíveis dados para a formulação de um índice de viralide de campanhas em rede.por
dcterms.abstractOn May 25, 2016, the video of a collective rape to an adolescent, held in a community in Rio de Janeiro, was published on Twitter. The fact rose among the users of the social network a debate about the persistence of rape in Brazilian society and culminated in online campaigns against rape culture, a central concept to the feminist movement, guided by the hashtags #EstuproNuncaMais and #EstuproNãoÉCulpaDaVítima. This study aims to analyze the narratives built on Twitter about the collective rape suffered by the teenager on Twitter. Using the perspectivist network analysis methodology proposed by Malini (2016), the main objectives were to understand the ways in which social network users have positioned themselves in relation to the case and to identify the most recurrent themes, as well as to recognize the role of feminist theory in the construction of such narratives. In addition, the matter of cyberspace is introduced as a territory for social activity based on the concepts of territoriality, mass self-communication and the recent history of online demonstrations. After the analysis, it was concluded that the online campaign had a strong influence of the feminist thought but not of the movement itself, having the world of fandoms as a main factor for the campaign’s elevation to a viral status. It was also observed the use of the mentions tool as a way of reporting and, in addition, the high number of users allied to a low number of profile communities and the explosive percentage increase of the use of hashtags as possible data for formulating a virality index of networked campaigns.eng
dcterms.creatorGonçalves, Bianca Bortolon-
dcterms.formattextpor
dcterms.issued2018-08-20-
dcterms.languageporpor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Comunicação e Territorialidadespor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.subject.cnpqComunicaçãopor
dc.publisher.courseMestrado em Comunicação e Territorialidadespor
dc.contributor.refereeTomazi, Michelini Matedi-
dc.contributor.refereeZanetti, Daniela-
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