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dc.contributor.advisorMINETTE, L. J.
dc.date.accessioned2018-12-20T13:24:18Z-
dc.date.available2018-12-20
dc.date.available2018-12-20T13:24:18Z-
dc.identifier.citationCACADOR, S. S., CONDIÇÕES DE TRABALHO E QUALIDADE DE VIDA NA UTILIZAÇÃO DE AGROTÓXICOS NO SETOR FLORESTALpor
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/10565-
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleCONDIÇÕES DE TRABALHO E QUALIDADE DE VIDA NA UTILIZAÇÃO DE AGROTÓXICOS NO SETOR FLORESTALpor
dc.typemasterThesisen
dcterms.abstractQualidade de Vida é um instrumento estratégico para identificar a insatisfação pessoal e seus efeitos, visando a Segurança e Saúde no Trabalho. O objetivo deste estudo foi caracterizar o perfil, as condições do trabalho e analisar a Qualidade de Vida, de acordo com o ponto de vista de 136 trabalhadores florestais que atuam com o manuseio e aplicação de agrotóxicos em plantios de eucalipto, em 32 pequenas propriedades rurais localizadas na mesorregião Sul do Estado do Espírito Santo. Foi realizada uma pesquisa qualitativa, aplicando um questionário previamente preparado, em entrevistas individuais, a partir de uma relação fixa de questões. A avaliação da Qualidade de Vida foi realizada tendo como referência os preconizados pela metodologia WHOQOL-bref e foram identificados os atributos que caracterizam as diferentes percepções sobre o grupo estudado. A constatação das variáveis relativas à segurança no trabalho foi realizada em conformidade com as diretrizes para inspeção do trabalho florestal propostas pela Organização Internacional do Trabalho, tendo como embasamento o item 31.8 (Agrotóxicos, Adjuvantes e Produtos Afins) da Norma Regulamentadora 31 - Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura, Pecuária Silvicultura, Exploração Florestal e Aquicultura. Os resultados identificaram aspectos positivos, mas também apontaram pontos negativos em relação ao fornecimento e uso de equipamentos de proteção individual, manuseio, armazenamento e transporte dos agrotóxicos. Nas condições em que este estudo foi conduzido, conclui-se que: em sua maioria, os trabalhadores florestais são do sexo masculino, jovens, de origem rural, com baixa escolaridade e renda abaixo da média nacional; as condições inadequadas relativas à segurança no trabalho estão relacionadas à falta de informação, tanto técnica quanto legal; os mecanismos de capacitação são insuficientes e a atividade é insegura; o grupo estudado apresenta um nível médio de satisfação com a sua qualidade de vida (54,01%). Palavra-chave: 1. Saúde do trabalhador. 2. Segurança do trabalho. 3. Ergonomia. 4. Silvicultura. 5. Técnicas e operações florestais.por
dcterms.creatorCACADOR, S. S.
dcterms.formatapplication/pdfpor
dcterms.issued2018-09-24
dcterms.subjectSaúde do trabalhadorpor
dcterms.subjectSegurança do trabalhopor
dcterms.subjectErgonomiapor
dcterms.subjectFlorpor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Florestaispor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseMestrado em Ciências Florestaispor
dc.contributor.refereeFIEDLER, N. C.
dc.contributor.refereeOLIVEIRA, M. P.
dc.contributor.advisor-coSCHETTINO, S.
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