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Título: EDUCAÇÃO BILÍNGUE EM DIÁRIO: POLÍTICAS E PRÁTICAS CONSTITUÍDAS NA EDUCAÇÃO DOS SURDOS NO MUNICÍPIO DE LINHARES NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO
Autor(es): OLMO, K. G. B.
Orientador: MACHADO, L. M. C. V.
Palavras-chave: Educação de surdos
Educação bilíngue
Heterotopia
Data do documento: 27-Ago-2018
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: OLMO, K. G. B., EDUCAÇÃO BILÍNGUE EM DIÁRIO: POLÍTICAS E PRÁTICAS CONSTITUÍDAS NA EDUCAÇÃO DOS SURDOS NO MUNICÍPIO DE LINHARES NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO
Resumo: Este trabalho teve como objetivo analisar como se constituíram práticas bilíngues na educação de surdos no contexto das políticas de Atendimento Educacional Especializado no município de Linhares no Estado do Espírito Santo. Utiliza-se dos verbos conhecer, problematizar e desenhar na trama engendrada a partir de um tipo de educação para surdos alocada na escola regular por meio do dispositivo inclusão. O trabalho em questão se trata de uma pesquisa que se mune da análise dos materiais como legislação, memórias e documentos produzidos, bem como dos acontecimentos nesse cenário, e se utiliza dos conceitos-ferramenta cunhados por Michel Foucault: matriz de experiência e heteropias. Movimenta-se na pesquisa por meio da ferramenta de matriz de experiência, busca, no priori histórico, o emaranhado que foram se estabelecendo nessa trama e, que foi se desenhando e constituindo saberes e poderes que conduziram a inclusão dos surdos por meio da educação bilíngue, a fim de provocar "novos olhares" sobre as verdades que possibilitaram a constituição de uma educação para surdos, problematizando as práticas que legitimam essas verdades, bem como apresentando sua forma de existência, no contexto inclusivo. A ferramenta da heterotopia, apresenta sua face utópica como a fonte necessária que impulsiona, por meio de idealizações, o desejo pelo "lugar outro", ou seja, cria-se e articulase em direção ao desejado. Nesse caminho, os entraves e obstáculos que surgem se tornam um campo fértil para que a heterotopia emerja, por meio das práticas "outras" no dia a dia do espaço escolar. Utopia e Heterotopia, que são faces da mesma moeda, se utilizam do espaço como potência na educação bilíngue para surdos. Acredito que a potência de um tipo de educação para surdos está nos espaços, nos espaços dos encontros-formação e nos espaços escolares. Os encontros-formação ao mesmo tempo que produzem, por suas "verdades", seu discurso, e, assim, a condução do sujeito que se quer, também proporciona condutas "outras" uma contraconduta. E os espaços escolares, onde a educação bilíngue acontece por meio das práticas dos profissionais que, para além de um compromisso ético firmado nas normas, têm uma conduta êthos um vínculo entre si e o outro que é uma reverberação ou reverbera numa "vida bela".
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/10622
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