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Título: Cultivo de microalgas autóctones em efluente de reator anaeróbio: prospecção de cepas e efeito da taxa de diluição na produtividade de biomassa e tratamento terciário
Autor(es): PEREIRA, M. V. N. L.
Orientador: CASSINI, S. T. A.
Data do documento: 11-Out-2018
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: PEREIRA, M. V. N. L., Cultivo de microalgas autóctones em efluente de reator anaeróbio: prospecção de cepas e efeito da taxa de diluição na produtividade de biomassa e tratamento terciário
Resumo: Efluentes do tratamento de esgotos sanitários são há muito reconhecidos como meios adequados para o cultivo de biomassa de microalgas. No entanto, poucos estudos relatam dados sobre a produtividade de biomassa em reatores contínuos utilizando efluentes não-esterilizados. Este estudo concentra-se em cepas autóctones de microalgas que crescem com bactérias nativas e são aplicáveis para a produção de biomassa e tratamento terciário. Inicialmente, sete cepas de Chlorophyta foram isoladas e cultivadas em batelada com o objetivo de prospectar um inóculo para os experimentos em modo de crescimento contínuo. A cepa Chlorella sp. L06 foi selecionada e avaliada com base em seis taxas de diluição de 0,1 a 0,6 dia-1 em reatores de crescimento contínuo utilizando efluente secundário não-esterilizado como meio de cultura. A produtividade volumétrica máxima de biomassa foi de 283 mg L-1 dia-1 e foi obtida com taxa de diluição de 0,3 dia-1, sem adição de CO2, controle de pH ou aeração. Carboidratos foram a principal fração da biomassa seca, seguida de proteínas e lipídios. As maiores taxas de remoção de nitrogênio e fósforo total da fase líquida foram 13,0 e 1,4 mg L-1 dia-1, respectivamente, e foram obtidas com 0,4 dia-1. A taxa de decaimento máxima para E. coli (2,9 dia-1) foi atingida com 0,3 e 0,4 dia-1. Conclusivamente, o cultivo de Chlorella sp. L06 em efluente anaeróbio secundário não-esterilizado pode ser ajustado dependendo do objetivo: para a produção de biomassa, recomenda-se uma taxa de diluição de aproximadamente 0,3 dia-1; e para tratamento terciário sugere-se uma taxa de 0,4 dia-1.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/10685
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