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Título: Influência de Coagulantes na Geração de Metano através da Digestão Anaeróbia de Biomassa Microalgácea
Autor(es): MOREIRA, A. B. L.
Orientador: CASSINI, S. T. A.
Data do documento: 24-Out-2018
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: MOREIRA, A. B. L., Influência de Coagulantes na Geração de Metano através da Digestão Anaeróbia de Biomassa Microalgácea
Resumo: A produção de biocombustíveis através da digestão anaeróbia de microalgas é uma alternativa para os problemas ambientais e uso desenfreado de combustíveis fósseis. Porém, uma das etapas mais caras e desafiadoras é a recuperação da biomassa de microalgas. Um dos métodos mais indicados é a Coagulação-Floculação. O objetivo desta pesquisa é verificar a influência de coagulantes usados na recuperação da biomassa microalgácea na produção de biometano. As microalgas foram cultivadas em cinco (5) fotobiorreatores com inóculo de Chlorella sp. doado pelo Laboratório de Saneamento (UFES) e efluente de tratamento de esgoto doméstico da ETE Araçás. O cultivo durou 8 (oito) dias em ambiente externo e regime diurno/noturno com aeração artificial. Na recuperação da biomassa foram utilizados os coagulantes sulfato de alumínio, amido catiônico de mandioca e tanino em doses de 80 mg/L. A biomassa obtida por sedimentação natural foi o controle negativo. Os ensaios de biodigestão foram realizados no AMPTS II, da Bioprocess Control (Suécia). A recuperação com os coagulantes gerou biomassas com composições orgânicas heterogêneas. O ensaio de produção de biometano sem hidrólise durou 33 dias e a produção de biometano foi similar entre as biomassas coaguladas com amido, sulfato de alumínio e obtida pela sedimentação natural. A biomassa coagulada com tanino mostrou maior rendimento de biometano do que as demais (120,4 mL CH4 / g SV). O ensaio após a hidrólise alcalina durou 19 dias e todos os tratamentos apresentaram-se diferentes entre si. A biomassa coagulada com amido apresentou maior rendimento de biometano (107,8 mL CH4 / g SV) e também o maior percentual de aumento em relação à biomassa não hidrolisada (98,8%). A redução no rendimento de biometano nas biomassas coaguladas com tanino (-56,1%) e sulfato de alumínio (-27,8%) sugerem que tanto o coagulante, como a hidrólise podem influenciar na digestão anaeróbia. Por fim, a biomassa não hidrolisada coagulada com tanino e a biomassa hidrolisada coagulada com amido mostraram melhor rendimento de biometano do que as demais e quando comparadas com a sedimentação natural sem adição de coagulantes.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/10905
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