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dc.date.accessioned2019-03-19T02:10:12Z-
dc.date.available2019-03-18
dc.date.available2019-03-19T02:10:12Z-
dc.identifier.citationRANGEL, L. C., O Estudo Ultraestrutural de Doenças Metabólicaspor
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/10953-
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleO Estudo Ultraestrutural de Doenças Metabólicaspor
dc.typedoctoralThesisen
dcterms.abstractOs danos celulares podem ser causados por fatores relacionados ao envelhecimento ou provocados por agentes causadores de estresse. Nesse estudo, nosso objetivo geral foi estudar a ultraestrutura de doenças metabólicas. Dentre as doenças metabólicas relacionadas ao envelhecimento destacam-se a osteoporose e a doença de Alzheimer (DA) e, para esse estudo, utilizamos camundongos C57 Black 6, de 12 meses de idade, SHAM, ovariectomizadas (OVX), APOEKO e APOEKO/OVX como modelos de osteoporose e DA. Através da análise ultraestrutural, revelamos que os danos causados no cérebro de animais APOEKO, como arterosclerose, quebra da barreira hematoencefálica, ativação de micróglia, formação de NFT`s e perda de neurópilo foram potencializados pela depleção de estrogênio. Nossos dados acerca da ultraestrutura óssea revelaram que os danos à microarquitetura óssea dos animais APOEKO/OVX foram mais graves, tal como ocorreu no cérebro, quando comparados aos outros grupos. Além disso, descrevemos, pela primeira vez, que a amiloidose em animais APOEKO é potencializada pela deficiência de estrogênio (OVX). No que diz respeito ao estudo ultraestrutural da doença metabólica provocada por estresse, utilizamos como modelo ratas Wistar tratadas com 100 ng/kg/dia de tributilestanho (TBT), um organoestanho poluente considerado altamente tóxico, por um período de 15 dias. Nossos resultados revelaram que o estresse por TBT foi capaz de desencadear danos na microarquitetura óssea das vértebras das ratas, em um processo semelhante à osteoporose. Além disso, vimos que a densidade mineral (DMO) óssea foi menor nas ratas tratadas. Nossos estudos demonstram também, pela primeira vez, que o TBT é um poluente capaz de promover graves danos no metabolismo ósseo, como desenvolvimento de osteoporose. Possivelmente, o TBT atua afetando o metabolismo do estrogênio na manutenção da microarquitetura óssea ou ainda substituindo erroneamente outros íons divalentes como Ca2+ ou Mg2+ na formação da matriz mineral óssea.por
dcterms.creatorRANGEL, L. C.
dcterms.formatapplication/pdfpor
dcterms.issued2019-02-28
dcterms.subjectosteoporosepor
dcterms.subjectdoenças de Alzheimerpor
dcterms.subjectamiloidosepor
dcterms.subjectapolipoproteípor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Biotecnologiapor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseDoutorado em Biotecnologiapor
dc.contributor.refereeALMEIDA, J. C. A.
dc.contributor.refereePESSOA, C. O.
dc.contributor.refereeFernando Luiz Herkenhoff Vieira
dc.contributor.refereePAULA, F.
dc.contributor.advisor-coRANGEL, L. B. A.
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