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Título: Recuperação de Prata de Células Fotovoltaicas Por Meio de Lixiviação Ácida, Precipitação Química e Precipitação Eletroquímica
Autor(es): OLIVEIRA, L. S. S.
Orientador: YAMANE, L. H.
Coorientador: SIMAN, R. R.
Data do documento: 5-Fev-2019
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: OLIVEIRA, L. S. S., Recuperação de Prata de Células Fotovoltaicas Por Meio de Lixiviação Ácida, Precipitação Química e Precipitação Eletroquímica
Resumo: Nos últimos anos, devido às inovações tecnológicas que proporcionaram reduções de custos, o crescimento do setor fotovoltaico tem se destacado dentre as fontes renováveis de energia. Como consequência, até o ano de 2050 estima-se que 78 milhões de toneladas de painéis fotovoltaicos precisarão ser descartados no mundo e cerca de 750 mil toneladas apenas no Brasil. Os painéis fotovoltaicos de silício, mais utilizados mundialmente, são compostos por moldura de alumínio, vidro temperado, célula fotovoltaica de silício com filamentos metálicos, material encapsulante e material polimérico de proteção (backsheet). Os principais metais presentes nos painéis fotovoltaicos são: alumínio, zinco, chumbo, cobre, índio, selênio, telúrio, cádmio e prata. Tendo em vista que a reciclagem deve ser estimulada sob o ponto de vista ambiental, e que ao mesmo tempo pode ser economicamente vantajosa sob o aspecto econômico, o presente estudo teve como objetivo verificar a viabilidade técnica da recuperação de prata de células fotovoltaicas empregando lixiviação ácida, seguida da avaliação dos processos de precipitações química e eletroquímica para avaliar suas eficiências. Para tanto, inicialmente foi determinada a composição gravimétrica de três modelos de painéis fotovoltaicos e a concentração de metais (Ag, Al, Pb, Cu e Fe) na células fotovoltaicas. Posteriormente, foram verificados os fatores concentração de HNO3 (1-10M) e temperatura (25-60oC) no processo de lixiviação da prata, utilizando o Delineamento Composto Central Rotacional (DCCR) para o delineamento experimental. Finalmente, para as melhores condições experimentais, verificou-se o tempo de reação ideal e a melhor forma de recuperar a prata presente nas células fotovoltaicas testadas. Após o tratamento estatístico dos resultados, percebeu-se que foi possível solubilizar 100% da prata contida nas células fotovoltaicas, sendo os parâmetros otimizados: temperatura de 55oC, concentração de HNO3 de 2,3M e tempo de reação de 2h. A precipitação química por adição de HCl, assim como a eletroprecipitação possibilitaram a extração de mais de 99% da prata em solução. Assim, considerando toda a rota utilizada, obteve-se a recuperação de 99,98% da prata presente nas células fotovoltaicas.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/11046
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