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Título: BIOMASSA E CARBONO EM PLANTIOS DE Schizolobium parahyba var. amazonicum SOB DIFERENTES ESPAÇAMENTOS EM ÁREA DE PASTAGEM
Autor(es): DELARMELINA, W. M.
Orientador: CALDEIRA, M.V.W.
Data do documento: 22-Fev-2019
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: DELARMELINA, W. M., BIOMASSA E CARBONO EM PLANTIOS DE Schizolobium parahyba var. amazonicum SOB DIFERENTES ESPAÇAMENTOS EM ÁREA DE PASTAGEM
Resumo: O carbono em plantios florestais é de extrema relevância no âmbito das questões ambientais e silviculturais. A conversão das pastagens para plantações florestais está entre as principais estratégias para reduzir perdas de carbono do solo. Sob a hipótese de que as maiores densidades de plantio influenciam o carbono orgânico do solo, um experimento com Schizolobium parayba var. amazonicum implantado em área de pastagem estabelecida foi estudado objetivando quantificar a biomassa e o estoque de carbono sob diferentes espaçamentos, bem como avaliar o efeito das árvores sobre o carbono orgânico do solo. O experimento está localizado na área do IFES, Campus Alegre - ES. Foram estudados cinco espaçamentos de plantio, sendo: 3 x 2 m, 3 x 3 m, 4 x 3 m, 4 x 4 m e 5 x 5 m, no delineamento experimental em blocos casualizados com três repetições. Foi realizado o inventário florestal do povoamento para obtenção das variáveis dendrométricas. A biomassa e o teor de carbono foram obtidos por meio do método direto, contemplando todos os compartimentos da árvore acima do solo e raíz. Foi determinado o carbono orgânico no solo, considerando as profundidades 0-5 cm, 5-10 cm, 10-20 cm e 0-20 cm. Os teores de C e os valores de isótopos estáveis de carbono (δ13C) foram obtidos por meio do espectrômetro de massa. A densidade do solo foi determinada pelo método do anel volumétrico. Valores de δ13C no solo e nas folhas senescentes das gramíneas e do S. parayba var. amazonicum foram usados no cálculo da proporção do carbono do solo derivado da gramínea. Verificou-se que nos espaçamentos mais amplos (4 m x 4 m e 5 m x 5 m), as plantas apresentaram os maiores diâmetros médios, sendo 14,29 cm e 14,19 cm, respectivamente. O inverso foi encontrado para altura, onde o espaçamento 3 m x 2 m proporcionou a maior média (13,35 m). Os maiores teores de carbono na biomassa foram encontrados na casca, galhos e folhas, e o menor teor no fuste. Os diferentes espaçamentos de plantio não influenciaram os teores de carbono na madeira, entretanto devido a maior densidade de plantio, os espaçamentos menores foram responsáveis pelos maiores valores de biomassa e estoque de carbono acima e abaixo do solo para o povoamento. O estudo destaca à rápida mudança na origem do carbono do solo após à conversão da pastagem estabelecida para plantios florestais com parte do COS originada dos plantios de S. parayba var. amazonicum. Palavras-chave: Carbono no solo, carbono isotópico, espaçamento de plantio
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/11063
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