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Título: Qualidade física e sensorial do café conilon em duas faces de exposição ao sol em diferentes altitudes
Autor(es): ROLDI JUNIOR, G.
Orientador: LIMA, J. S. S.
Coorientador: SILVA, S. A.
Data do documento: 28-Nov-2018
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: ROLDI JUNIOR, G., Qualidade física e sensorial do café conilon em duas faces de exposição ao sol em diferentes altitudes
Resumo: No ano de 2017, o Espírito Santo foi responsável por aproximadamente 58% da produção nacional de café conilon (Coffea canephora). Diante da importância local, pesquisas têm sido realizadas com o intuito de otimizar a aplicação de insumos visando aumentar a produtividade. Objetivou-se com a realização deste estudo avaliar a qualidade física e sensorial de grãos de cafeeiros conilon produzidos em diferentes altitudes e faces de exposição ao sol, definindo meios para inferir sobre o padrão sensorial do café. Primeiramente, foram determinadas as áreas produtoras comerciais de café conilon de propagação seminal, na região Sul do Estado do Espírito Santo, nos municípios de Jerônimo Monteiro (Ambiente 1) e Cachoeiro de Itapemirim, distrito de São Vicente, comunidade de Boa Vista (Ambiente 2). Em ambos os ambientes, o estudo foi realizado em lavouras com faces de exposição ao sol do tipo Soalheira (Face 1) e Noruega (Face 2). Em cada uma das áreas, foi instalada uma estação meteorológica automática para registrar os dados climáticos, onde se construiu uma malha amostral com 80 plantas em cada área para a análise indireta de clorofila foliar aparente a cada dois meses, a colheita dos frutos maduros no estádio cereja e da amostragem de solo, na camada de 0-0,20 m e na projeção da copa das plantas. Durante a safra de 2017 e de 2018, foram coletadas cinco amostras de 3 kg de grãos de café cereja em que foi determinado o grau Brix de sua mucilagem e, posteriormente, foi feito o beneficiamento dos grãos, como a secagem, para análise física e sensorial. Observa-se que os ambientes Jerônimo Monteiro (JM) e Boa Vista (BV) apresentam, na safra de 2018, precipitações acumuladas anual próximas. O número de luminosidade/dia é maior em BV que em JM, mas a temperatura máxima diurna e noturna menor em BV e a nota global da bebida (NG) foi maior para o ambiente BV comparado com o de JM, efeito da altitude e das condições climáticas noturnas amenas, não apresentando diferença entre as faces Soalheira e Noruega para um mesmo ambiente, para o café cereja descascado.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/11088
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