Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://repositorio.ufes.br/handle/10/11250
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorCARVALHO, J. M.
dc.date.accessioned2019-06-15T02:12:13Z-
dc.date.available2019-06-14
dc.date.available2019-06-15T02:12:13Z-
dc.identifier.citationGONCALVES, C. B. V., AS FABULOINVENÇÕES DAS CRIANÇAS NOS AGENCIAMENTOS DOS CURRÍCULOSpor
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/11250-
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleAS FABULOINVENÇÕES DAS CRIANÇAS NOS AGENCIAMENTOS DOS CURRÍCULOSpor
dc.typemasterThesisen
dcterms.abstractEsta dissertação é um convite, ou melhor, um (des)convite a uma caminhada por um labirintoescola. Trata de um percurso no qual percalços, bifurcações e trilhas produzidas pelas crianças indicaram possíveis caminhos para pensar o currículo produzido no centro de educação infantil localizado no município de Vitória-ES. Objetiva, desse modo, cartografar conhecimentos, linguagens, afetos e afeções potencializados pela docência das professoras e as fabuloinvenções das crianças no cotidiano de uma escola de educação infantil. Para tanto, recorre-se a algumas ferramentas conceituais produzidas por Gilles Deleuze, Felix Guattari, David Lapoujade e tantos outros. Esses autores nos ajudam a pensar a vida e a produção de conhecimento e aprendizagens a partir da filosofia da diferença, sendo interlocutores para problematizar a criança, a infância, os currículos e os processos diferenciais de educação. Utiliza-se, assim, da cartografia como caminho metodológico em que, junto às crianças, se perscrutam as dobras que elas produziram nos currículos pensados pelas professoras. Para isso, mergulha-se no centro de educação infantil com o caderno de campo e máquina fotográfica no desejo de registrar as intensidades que transpassaram o corpo da cartógrafa. Defende, portanto, que os processos imanentes de aprendizagens que não cabem em procedimentos universais e totalizantes ou que podem ser definidos, como sugere a Base Nacional Comum Curricular, em códigos alfanuméricos. Aposta, com as crianças, em processos imanentes de criação que não cabem em códigos, o que leva a caminhada pelo labirinto a tornar-serizomática, colocando em suspensão o labirinto cartesiano dos currículos prescritivos. Evidencia como fabuloinvenções das crianças tornaram-se potência de investigação curricular, de modo que, ao fabularem e inventarem, as crianças criam processos de aprendizagens que não cabem em códigos, mas que se dobram em mundos possíveis que tendem ao infinito.por
dcterms.creatorGONCALVES, C. B. V.
dcterms.formatapplication/pdfpor
dcterms.issued2019-05-16
dcterms.subjectCriançaspor
dcterms.subjectInfânciaspor
dcterms.subjectCurrículospor
dcterms.subjectFabulaçãopor
dcterms.subjectEducação Infantipor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educaçãopor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseMestrado em Educaçãopor
dc.contributor.refereePRATES, M. R. C.
dc.contributor.refereeDELBONI, T. M. Z. G. F.
dc.contributor.refereeFERRACO, C. E.
Aparece nas coleções:PPGE - Dissertações de mestrado

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
tese_13384_Dissertação_Camilla_Borini_Vazzoler.pdf10.06 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.