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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorSantos, Jorge Augusto da Silva-
dc.date.accessioned2015-10-16T15:54:28Z-
dc.date.available2016-06-24T06:00:07Z-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/1545-
dc.rightsopen accesseng
dc.subjectHeidegger-
dc.subjectDasein-
dc.subjectSer-para-a-mortepor
dc.subjectCompreensãopor
dc.subjectDisposiçãopor
dc.subjectSer e tempopor
dc.subjectDe-cisão antecipadorapor
dc.subjectDeatheng
dc.subjectComprehensioneng
dc.subjectBeing-to-deatheng
dc.subjectHumoreng
dc.subjectAnguisheng
dc.subjectBeing and timeeng
dc.subjectAnticipatory decisioneng
dc.titleAs duas faces da morte : da impessoalidade de-cadente à de-cisão antecipadora. Uma reflexão a partir do pensamento de Martin Heideggerpor
dc.typemasterThesiseng
dc.subject.udc101por
dc.subject.br-rjbnHeidegger, Martin, 1889-1976por
dc.subject.br-rjbnMortepor
dc.subject.br-rjbnAngústiapor
dcterms.abstractMartin Heidegger, considerado um dos maiores filósofos da contemporaneidade, tem como a questão fundamental de seu pensamento a pergunta pelo Ser. Essa temática perpassa todo sua obra, desde seu primeiro livro, Ser e tempo, publicada originalmente em 1927 até a derradeira fase de seu pensamento. A partir da ontologia fundamental, isto é, a pergunta pelo sentido do ser em geral, Heidegger se lança a pensar diversos fenômenos, dentre os quais a morte. Esta aparece de forma mais decisiva em sua obra de estreia e se situa no percurso de seu pensamento no momento em que Heidegger se encontra na necessidade de pensar o ser do Dasein como um todo, ou seja, do início ao fim. Como o fim do Dasein é a morte, então digna se faz tal temática a ser abordada pelo pensador. Como, então se deve pensar a morte? Heidegger oferece em Ser e tempo o caminho: da impropriedade à propriedade. Nesse sentido, começamos nossa investigação: demonstramos as limitações da compreensão imprópria sobre a morte assim como investigamos o que é a impropriedade do Dasein; posteriormente, consideramos a morte em sentido próprio, o que em outras palavras diz ser-para-a-morte, apresentando conceitos fundamentais da filosofia de Heidegger como angústia, compreensão, disposição, discurso, até desembocarmos no fenômeno da de-cisão antecipadora. Esta é a abertura privilegiada do Dasein na qual este ente assume a própria morte e se desentranha em sua totalidade.por
dcterms.abstractMartin Heidegger, considered one of greatest philosophers of contemporaneity, has as the fundamental question of his thought the question about Being. These theme pervades his work as a whole, since his first book, Being and time, originally published in 1927, until the last phase of his thought. From the fundamental ontology, it means, the question about the meaning of being in general, Heidegger thinks a lot of phenomena, and, among them, death. Death appears decisively in Being and time in the moment that Heidegger has the necessity to think Dasein´s being as a whole, it means, to the beginning until the end. Dasein´s end is death, so this theme has dignity of being considered. How should we think the phenomenon of death? Heidegger offer us the path in Being and time: from impropriety to propriety. In this way, we started our investigation: demonstrating the limitations of improper comprehension about death as investigating what Dasein´s impropriety is; later, we considerate death in a proper sense, in other words being-to-death, introducing fundamental concepts of Heidegger´s philosophy, as anguish, comprehension, humor, speech, until we find the phenomena of anticipatory decision. This is the privileged opening of Dasein in which this being take up his own death and unravel himself in totality.eng
dcterms.creatorBarcellos, Igor Awad-
dcterms.dateSubmitted2015-09-29-
dcterms.formatTexteng
dcterms.issued2015-09-29-
dcterms.languageporpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Filosofiapor
dc.subject.cnpqFilosofiapor
dc.publisher.courseMestrado em Filosofiapor
dc.contributor.refereeCosta, Ricardo Luiz Silveira da-
dc.contributor.refereeFerradin, Jairo-
frapo.hasFundingAgencyFAPESpor
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