Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://repositorio.ufes.br/handle/10/2102
Título: ENTRE O SINAL E O RUÍDO: A REDE-ARTE NO JOGO DO (DES)CONTROLE
Autor(es): TORRECILLAS, M. A.
Orientador: LIMA, F. L. M.
Palavras-chave: Arte contemporânea
Rede
Espaço
Biopoder
Arte tecnológica
Data do documento: 27-Jun-2013
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: TORRECILLAS, M. A., ENTRE O SINAL E O RUÍDO: A REDE-ARTE NO JOGO DO (DES)CONTROLE
Resumo: Resumo Este trabalho apresenta uma investigação sobre os modos como a emergência da organização em rede vem impactando as relações espaçotemporais nas práticas artísticas contemporâneas, com especial atenção para a arte que se associa às novas tecnologias digitais. Desse modo, será traçada uma trajetória na história da arte, tendo em vista as novas concepções de espaço e de tempo que emergiram do quadro de mudanças profundas por que passou o mundo desde o final do século XIX, promovendo significativas alterações nos cânones da arte que se realizou durante o século XX e nesses primeiros anos do século XXI, culminando com a absorção do conceito espaçotemporal da rede. O enfoque se dará na exploração crítica do aparato tecnológico impetrada pelos artistas, nesse cenário desenhado por um novo paradigma tecnológico o Informacionalismo no âmbito de um novo modo de produção o Capitalismo pós-industrial , e sob a ótica dos jogos de forças que se instauraram e se sobrepuseram desde a assunção da tecnologia de poder disciplinar, intimamente ligada ao nascimento do biopoder, passando pela irrupção gradativa das tecnologias de controle, assim como pelas dinâmicas próprias da produção biopolítica. Levando-se em conta a condição imanente da rede, que mantém em movimento um campo de forças sempre tensionado entre poder e resistência, será lançado um olhar sobre as experimentações artísticas que buscam operar no desvio do uso padrão da tecnologia, de forma a subverter seus parâmetros de funcionamento originais e, dessa forma, revelar os discursos de poder que se encontram entranhados em seus mecanismos. Enfim, este trabalho se propõe a desviar o olhar para a dimensão estética e revolucionária da rede como espaço narrativo aberto que sugere enredos sempre mutantes e sob a qual se definem certos processos artísticos, propondo o entendimento da própria rede como arte. PALAVRAS-CHAVE: Rede. Espaço. Biopoder. Arte Tecnológica.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/2102
Aparece nas coleções:PPGA - Dissertações de Mestrado

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
tese_6628_dissertação final CD.pdf3.33 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.