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Título: O Curso de Pedagogia da UFES: um olhar de egressos sobre a perspectiva da educação inclusiva
Autor(es): ROCHA, V. O. A.
Orientador: BARRETO, M. A. S. C.
Palavras-chave: Formação Inicial
Egresso
Pedagogia
Educação Inclusiva
Data do documento: 24-Out-2011
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: ROCHA, V. O. A., O Curso de Pedagogia da UFES: um olhar de egressos sobre a perspectiva da educação inclusiva
Resumo: O trabalho investiga a prática formativa de egressos do Curso de Pedagogia, em especial, as demandas de uma prática pedagógica inclusiva, e como as demandas dessas práticas se evidenciam em seu percurso profissional. O objetivo é analisar a percepção de egressos do Curso de Pedagogia da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) matriz curricular 2006, sobre as contribuições que a formação inicial trouxe para atuar na perspectiva da educação inclusiva. O trabalho elege analisar a primeira turma egressa da matriz curricular 2006, como ferramenta de recorte para análise. Toma como referencial teórico as contribuições do paradigma indiciário de Ginzburg (1989), principalmente os conceitos de saber conjectural, pois esse saber também se utiliza do rigor, de métodos e de informações precisas para o pesquisador. A inferência, pois se constitui em um campo de saber único e de grande riqueza para possíveis e futuras reformulações curriculares. E, o conceito de não-imediatismo como possibilidade de apreciação dos pormenores do conhecimento adquirido pelos egressos. A metodologia utilizada é o estudo de caso do tipo etnográfico, entendendo ser uma metodologia que melhor contribuísse para a coleta e análise dos dados. Considera que os egressos podem e devem contribuir para a formação inicial do professor/pedagogo; que o currículo expresse com mais clareza conceitos como educação especial e educação inclusiva. Também, a necessidade de compreender a especificidade da pessoa com deficiência sem cair no especialismo médico ou psicológico deve ser uma premissa do curso. Aponta ainda que a formação continuada desses profissionais da educação deve ser considerada como uma formação constitutiva de sua prática educativa faz parte de sua gênese, enquanto professor. Nesse sentido, pondera que a formação continuada não deve ser levada como reconsideração de um vazio da formação inicial.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/2287
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