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dc.contributor.advisorGrassi, Robson Antonio-
dc.date.accessioned2016-08-29T11:12:56Z-
dc.date.available2016-07-11-
dc.date.available2016-08-29T11:12:56Z-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/2629-
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleO FMI mudou? Uma análise de sua atuação no caso da Grécia, no contexto da atual crise financeira mundialpor
dc.typemasterThesisen
dc.subject.udc330-
dc.subject.br-rjbnFundo Monetário Internacionalpor
dc.subject.br-rjbnCrise econômica - Gréciapor
dc.subject.br-rjbnCrise financeirapor
dcterms.abstractA Instituição Fundo Monetário Internacional (FMI) tem sido acusada, principalmente, a partir dos anos 1980, de estar a serviço das nações desenvolvidas, principalmente dos Estados Unidos, no sentido de impor aos países em desenvolvimento as ideologias do Consenso de Washington. As críticas têm partido tanto de acadêmicos como da imprensa em geral e especializada. Também tem sido acusada, por acadêmicos, de impor políticas contracionistas em países em desenvolvimento, já em recessão, piorando estados recessivos, enquanto nos países desenvolvidos se tem aplicado políticas expansionistas, para estimular o crescimento econômico e a criação de empregos (políticas keynesianas). Além das críticas externas, a própria Instituição (FMI) tem reconhecido que alguns instrumentos, como as políticas fiscais, deveriam ser revistos, tendo em vista a severidade da contração econômica dos países Asiáticos, onde essas políticas foram aplicadas. Tal fato sugere mudanças na atuação futura da Instituição, tanto como resposta às críticas como pelo seu próprio reconhecimento da necessidade de transformação. Apurou-se que na atuação na Crise Econômica e Financeira Mundial de 2008/2009 o FMI atuou como emprestador de última instância, fornecendo liquidez aos países em desenvolvimento e pobres, mesma política recomendada aos países desenvolvidos. Ou seja, adotou políticas expansionistas, para fazer frente à recessão mundial de 2009. No entanto, no caso particular da Grécia, país periférico da zona do euro, em estado de insolvência financeira, a Instituição voltou à mesma política contracionista das décadas passadas e início dos anos 2000. Conclui-se, portanto, que o FMI não mudou sua macropolítica nos programas de assistência aos países em crise financeira, como no caso atual da Grécia, em relação às aplicadas aos países endividados no passado. O FMI de ontem e de hoje é o mesmo.por
dcterms.abstractThe Institution International Monetary Fund (IMF) has been accused, mostly from the 1980s, to be of service of developed nations, particularly to the United States, to impose on developing countries ideologies of the Washington Consensus. Criticisms have broken out both from academics and the general and economics press. It has also been criticized by academics to impose contractionary policies on developing countries, already in recession, worsening recessionary, while in developed countries have been applied expansionary policies to stimulate economic growth and job creation (Keynesian policies). In addition to external criticism, the very Institution (IMF) has recognized that some of its instruments, such as fiscal policies, should be reviewed in view of the severity of the economic contraction of the Asian countries, where these policies were applied. This suggests changes in the Institution’s future policies, as a response to academic criticism and by its own recognition of the need for transformation. It was found that the performance in the World Financial and Economic Crisis of 2008/2009 the IMF acted as lender of last resort, providing liquidity to developing and poor countries, the same policies recommended to developing countries. These expansionary policies were adopted to cope with the global recession of 2009. However, in the particular case of Greece, a Eurozone peripheral country, in financial insolvency stat, the Institution (IMF) returned to the same contractionary policy of the past decades and the early 2000s. We conclude, therefore, that the IMF has not changed its macro policy assistance programs to countries in financial crisis, as in the current case of Greece, in relation to those applied to indebted countries in the past. The IMF didn’t charge.eng
dcterms.creatorBromerschenkel, Ricardo-
dcterms.formattext-
dcterms.issued2012-09-12-
dcterms.languagepor-
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Economiapor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.subject.cnpqTeoria Econômica-
dc.publisher.courseMestrado em Economiapor
dc.contributor.refereeVasconcelos, Flavia Nico-
dc.contributor.refereeVillaschi Filho, Arlindo-
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