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dc.contributor.advisorCASTELLANOS, A. R. M.
dc.date.accessioned2016-08-29T11:13:14Z-
dc.date.available2016-07-11
dc.date.available2016-08-29T11:13:14Z-
dc.identifier.citationPINTO FILHO, J. A. C., Tensão entre controle de constitucionalidade e a coisa julgada formadano processo civilpor
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/2710-
dc.format.mediumtexten
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleTensão entre controle de constitucionalidade e a coisa julgada formadano processo civilpor
dc.typemasterThesisen
dcterms.abstractAnalisa o problema relativo à possibilidade ou não de se controlar a constitucionalidade de uma sentença sob o manto da coisa julgada formada no processo civil. Com base numa visão do Direito como sistema normativo axiológicoteleológico, propõe que a solução para tal questão deve ser a que melhor atenda à eficácia sistêmica, no sentido de produção de resultados almejados pelo sistema jurídico. Sustenta que a implementação normativa do Constitucionalismo e sua conservação são os fins buscados pelo sistema jurídico, o que impõe que a resposta ao problema seja encontrada na solução que se coaduna com o Constitucionalismo. Para encontrá-la, discorre acerca deste último, dos seus pilares, sua evolução ao longo dos modelos estatais e sua institucionalização como paradigma normativo de organização do Estado e da sociedade. Defende que tal paradigma coloca a Constituição como elemento normativo central do Estado. Ato contínuo, disserta acerca do controle de constitucionalidade e de sua importância para a preservação da supremacia da Constituição. Em seguida, analisa a coisa julgada, sua conceituação, seus fundamentos, sua força vinculativa e limites, e defende que ela, assim como o controle de constitucionalidade, é um pressuposto de normatividade do sistema jurídico sob o paradigma do Constitucionalismo. Apresenta o ponto de tensão entre o controle de constitucionalidade e a coisa julgada. Analisa criticamente os argumentos favoráveis e contrários ao controle de constitucionalidade de uma sentença sob o manto da coisa julgada. Afirma que o argumento da eficácia sistêmica, único apto a resolver o problema, leva à necessidade de se permitir o controle de constitucionalidade da sentença, mesmo que sob o manto da coisa julgada. Apresenta os instrumentos processuais que poderiam realizar tal controle e defende que o meio mais adequado é a ação rescisória, o que, em última análise, demandará uma releitura deste instrumento processual. Palavras-chave: Sistema jurídico. Constitucionalismo. Controle de Constitucionalidade. Coisa Julgada.por
dcterms.creatorPINTO FILHO, J. A. C.
dcterms.issued2010-05-25
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Direito Processualpor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseMestrado em Direito Processual Civilpor
dc.contributor.refereeMOUSSALLEM, T. M.
dc.contributor.refereeJEVEAUX, G. C.
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