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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorLOUZADA, A. P. F.-
dc.date.accessioned2016-08-29T14:09:52Z-
dc.date.available2016-07-11-
dc.date.available2016-08-29T14:09:52Z-
dc.identifier.citationCASER, L. P., Silêncios em Liberdade Assistida: Entre Governamentalidades e Estratégias de Vidapor
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/2944-
dc.format.mediumtexten
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleSilêncios em Liberdade Assistida: Entre Governamentalidades e Estratégias de Vidapor
dc.typemasterThesisen
dcterms.abstractEssa pesquisa visou traçar e problematizar atravessamentos que se colocam para profissionais do Creas na atuação em medidas socioeducativas em meio aberto, Liberdade Assistida. Através das falas levantadas nesse campo, buscou-se localizar e intensificar entrelaçamentos e linhas na riqueza de diferentes facetas e momentos, ou seja, traçar mapas de forma dar corpo a ressonâncias com diferentes tempos e territórios. Constatou-se, então, a presença de emaranhados amplos de problemas no dia-a-dia da Liberdade Assistida, entretanto, que não são só específicos desse campo, mas que também se propagam por outros profissionais, programas e propostas de serviços de Estado. Diante disso, buscou-se traçar análises com auxílio de autores, principalmente de Foucault e Agamben, de forma a entrelaçar o que se encontrou nas falas dos técnicos, sobre as ações diárias de encontro com adolescentes em cumprimento de liberdade assistida e suas famílias, com conceitos como de governamentalidade, biopolítica, judicialização. Dessa forma, textos e propostas metodológicas presentes nessas falas sobre objetivos e ações da Assistência Social e da Liberdade Assistida pedem por problematizações. Para intensificar o olhar crítico sobre esse campo, foi feito um breve levantamento histórico sobre como conceitos de infância e família são utilizados nas estratégias de intervenção governamental da população e como que a partir da construção de certos padrões de normalidade no cuidado com a infância ao longo da história das estratégias sócio-assistenciais do Brasil intensificaram relações e práticas de desigualdade que ainda se presentificam nos serviços e práticas hoje. Esse levantamento também permite questionar como algumas informalidades são colocadas como ilegalidades e estigmatizadas, ao mesmo tempo em que outras se consolidam nas práticas governamentais que atuam de acordo com as conveniências e interesses de mercado. A partir disso, percebe-se de que forma práticas e discursos dos profissionais que atuam no campo da Liberdade Assistida operam como artes de governo na manutenção dos interesses de mercado neoliberal consolidando controle e vigilância populacional. Além disso, a pesquisa encontrou ampla riqueza de temas, entrelaçamentos importantes no dia-a-dia do trabalho com liberdade assistida, todos com de ampliação de debates mas que, por interesses dessa mesma lógica de mercado, não são escutados e visualizados, uma vez que desafiam as próprias práticas e estratégias de governamentalidade.por
dcterms.creatorCaser, Livia Pignaton-
dcterms.issued2014-04-11-
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Psicologia Institucionalpor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseMestrado em Psicologia Institucionalpor
dc.contributor.refereeSCHEINVAR, E.-
dc.contributor.refereeHeckert, A.L.-
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