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dc.contributor.advisorTAVARES, G. M.
dc.date.accessioned2016-08-29T14:09:55Z-
dc.date.available2016-07-11
dc.date.available2016-08-29T14:09:55Z-
dc.identifier.citationARAUJO, V. B., ALINHAVANDO SABERES E PRÁTICAS, TECENDO POSSÍVEIS: O TRABALHO EM REDE NA ASSISTÊNCIA SOCIALpor
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/2962-
dc.format.mediumtexten
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleALINHAVANDO SABERES E PRÁTICAS, TECENDO POSSÍVEIS: O TRABALHO EM REDE NA ASSISTÊNCIA SOCIALpor
dc.typemasterThesisen
dcterms.abstractComo tecelãs de uma renda de bilro, investigamos o trabalhar na rede de serviços da assistência social no intento evidenciar as diversas linhas que compõem esse plano laboral. Propomos um trabalho de pesquisa-intervenção, realizando registros em diário de bordo, habitando espaços de acolhimento institucional para crianças e adolescentes do Município de Vitória, buscando explorar experiências produzidas no trabalho dos técnicos e educadores sociais, e na realização de rodas de conversas junto àqueles que vivem ou viveram a realidade do trabalhar na rede de assistência social, o que chamamos de coletivos-ciranda. Nossos encontros visaram à palavra encarnada na experiência, possibilitando a emergência de afetos, de agenciamentos e de recognição do vivido. Começamos nosso rendado com o que chamamos de FIO TRABALHO: ao conhecermos o trabalho dos profissionais que compõem a rede de serviços da assistência social, nos foi possível analisar as relações que se atualizam no cotidiano de tais serviços. Em nosso percurso de pesquisa, percebemos que muitos avanços foram conquistados e que a construção de uma política efetivamente pública é feita coletivamente, nas vilosidades que compõem a rede. Desse modo, trouxemos como outro fio, o FIO REDE SUAS, alinhavando e problematizando a implementação do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), suas trajetórias e tecnologias sociais operacionalizadas na rede cotidianamente. Analisando os processos inventivos dos trabalhadores, acreditamos que a criação de coletivos de trabalho possibilite um aumento de potência de vida dos trabalhadores, dos usuários e da própria rede de assistência, pensada como uma rede quente, ou seja, gestada na dimensão sensível dos afetos e da alteridade, onde efetivamente fazemos o público. Palavras-chave: Sistema Único de Assistência Social; Trabalho; Assistência Social; Poder; Coletivos.por
dcterms.creatorARAUJO, V. B.
dcterms.issued2015-03-23
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Psicologia Institucionalpor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseMestrado em Psicologia Institucionalpor
dc.contributor.refereeMORAES, T. D.
dc.contributor.referee
dc.contributor.refereeBERNARDES, A. G.
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