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Título: 'Antes o Filho Apanhar do Pai do que da Polícia': Representações e Práticas Educativas das Mães sobre os Filhos Atendidos pelo Conselho Tutelar de Vitória
Autor(es): ESPINDULA, D. H. P.
Orientador: TRINDADE, Z. A.
Palavras-chave: Representação social
Práticas educativas
Conselho Tutelar
Data do documento: 27-Jul-2006
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: ESPINDULA, D. H. P., 'Antes o Filho Apanhar do Pai do que da Polícia': Representações e Práticas Educativas das Mães sobre os Filhos Atendidos pelo Conselho Tutelar de Vitória
Resumo: O presente trabalho procurou investigar as representações das mães atendidas pelo Conselho Tutelar sobre filhos que dão problema; as práticas educativas desenvolvidas no enfrentamento do problema e a avaliação do suporte oferecido pelo Conselho. Participaram do estudo onze mães de adolescentes, selecionados segundo o interesse da pesquisa, com filhos que apresentam algum tipo de problema envolvimento com drogas, estarem em situação de rua e/ou praticando pequenos delitos. Foi utilizado um roteiro de entrevista com uma questão de evocação sobre adolescentes que davam problemas, questões abertas sobre as práticas educativas desenvolvidas pela mãe na educação do filho, e a relação destas com o Conselho Tutelar. O material foi analisado a partir da análise temática proposta por Bardin. Os resultados mostram que a representação das mães a respeito de adolescente que dá problemas apresenta elementos como: incontrolável, influenciável, com problemas de personalidade (mente fraca) e rebelde. As causas parecem estar centradas nas características pessoais e internas. Amizades e o meio em que vivem; falta de controle; necessidade da obtenção de bens socialmente valorizados e a questões religiosas. Já as práticas educativas estão embasadas na prática do diálogo e do conselho. Contudo, as mães avaliam que a única prática capaz de resolver o problema apresentado pelos filhos seria a internação. No entanto, o que se verifica é que na maioria dos casos a aplicação dessa medida não compete ao Conselho Tutelar; havendo um descompasso entre o que é vislumbrado pelas mães e as medidas plicadas pelo Conselho com vistas a resolução do problema.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/2980
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