Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://repositorio.ufes.br/handle/10/3063
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.date.accessioned2016-08-29T14:10:20Z-
dc.date.available2016-07-11
dc.date.available2016-08-29T14:10:20Z-
dc.identifier.citationMARTINS, T. B. Q., Concepções de Morte e Estratégias de Enfrentamento: Um Estudo com Crianças de 06 a 10 Anos com e sem Experiência de Mortepor
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/3063-
dc.format.mediumtexten
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleConcepções de Morte e Estratégias de Enfrentamento: Um Estudo com Crianças de 06 a 10 Anos com e sem Experiência de Mortepor
dc.typemasterThesisen
dcterms.abstractEstudos privilegiando as crianças como porta-vozes das suas percepções e experiências têm mostrado que as mesmas são sufucientemente competentes para se expressarem e não estão alheias aos acontecimentos circundantes, a exemplo da morte. Neste sentido, esta pesquisa procurou analisar as concepções de morte e estratégias de enfrentamento de 45 crianças de 6 a 10 anos e de camada social média, com e sem experiência de morte recente de pesoas afetivamente próximas. Como método foi utilizada a entrevista narrativa subsidiada por dois roteiros de entrevistas semi-estruturada e dois desenhos solicitados a cada criança. Os dados obtidos nas entrevista foram submetidos à análise de conteúdo e na análise dos desenhos foram utilizados os mesmos critérios de Fávero e Salim(1995). Os resultados indicaram que mesmo as crianças de 6 e 7 anos souberam tratar do tema da morte, creditando-lhe causas mais realistas que mágicas. A estratégia de enfrentamento mais apontada foi a expressão emocional solitária de pesar seguida da distração. Quanto ao suporte social, foram encontradas diferenças decorrentes da experiência e diferenças de gênero. As crianças com experiência de morte recente privilegiaram apenas os pares como agentes de apoio, enquanto as demais, sem experiência, apontaram os pares e os pais. A maioria dos meninos e meninas sugeriu como suporte, respectivamente, atividades físicas e conversas. Na maior parte dos desenhos das crianças com experiência de morte recente as pessoas mortas apresentavam expressão facial feliz. Diferentemente das crianças sem experiência de morte recente, grande parte dos desenhos das crianças com experiências de morte recente não foi colorida. Esta pesquisa demonstrou coerência entre as histórias e os desenhos, através dos elementos que se repetem e complementam. De modo geral, os resultados confirmaram a importância do dialogo sobre a morte com as crianças, sob a perspectiva de um luto saudável.por
dcterms.creatorMARTINS, T. B. Q.
dcterms.issued2006-08-22
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Psicologiapor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseMestrado em Psicologiapor
Aparece nas coleções:PPGP - Dissertações de mestrado

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
tese_485_.pdf2.14 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.