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Título: Desenvolvimento cognitivo na construção do raciocínio matemático e reprovação nos cursos de engenharia da Univasf
Autor(es): Sousa, Geida Maria Cavalcanti de
Orientador: Queiroz, Sávio Silveira de
Palavras-chave: Desenvolvimento cognitivo
Engenharia
Rendimento escolar
Data do documento: 8-Mar-2012
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Resumo: Recente pesquisa mostrou elevados percentuais de reprovação nos cursos de engenharia na Universidade Federal do Vale do São Francisco. Tais dados impulsionaram a este estudo, que objetivou analisar a relação entre desenvolvimento cognitivo na construção do raciocínio matemático e reprovação nas disciplinas da área básica dos cursos de engenharia da Univasf. Os participantes foram 37 estudantes de engenharia das disciplinas Cálculo I, Física e Geometria Analítica, bem como 5 professores dessas disciplinas. Os dados obtidos se referem ao período de 2009 a 2010, obtidos no campus Univasf de Juazeiro-BA, sendo utilizadas entrevistas com os estudantes e professores; aplicação das provas piagetianas (flutuação de corpos e do pêndulo) e provas BPR 5 com os discentes. As categorias de análise foram os níveis de desenvolvimento cognitivo; desempenho dos estudantes nas disciplinas básicas e nas provas de raciocínio; conceitos, habilidades e dificuldades na área de matemática; processo ensino-aprendizagem e suas relações, cujos dados foram analisados numa abordagem quantiqualitativa. Os resultados apontaram: 1. Independente da situação aprovado/reprovado nas disciplinas básicas das engenharias da Univasf, os níveis de desenvolvimento cognitivo não influenciaram no resultado final do desempenho acadêmico dos estudantes; 2. Nas provas de BPR-5, os estudantes aprovados tiveram os melhores desempenhos nos raciocínios espacial, numérico e abstrato; já os reprovados se classificaram como medianos, acrescentando o raciocínio mecânico; entre as disciplinas básicas e as provas de raciocínio, há correlação significativa, classificada como moderada somente entre G.A. e raciocínio espacial; Cálculo e raciocínio verbal; 3. Há dificuldades interferentes no desempenho acadêmico (associados a outros): relação professor-aluno, comunicação, processo de interpretação e compreensão de textos; metodologia de ensino, conteúdos descontextualizados, falta de base do ensino médio; formação pedagógica do docente, as estratégias de ensino e avaliação de aprendizagem, a quantidade de disciplinas no I período, dificuldades financeiras, problemas familiares, desestímulo do aluno após frustração com o rendimento, variáveis de controle ou de interveniência que, dependendo do delineamento e contexto de futuras pesquisas, podem definir vários aspectos capazes de influenciar o desempenho acadêmico nas perspectivas pedagógica, psicológica e cognitiva.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/3143
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