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Título: Muros de todos e de cada um : uma murologia
Autor(es): Silva, Paulo Muniz da
Orientador: Amaral, Sérgio da Fonseca
Data do documento: 31-Out-2014
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Resumo: Percurso literário e arquitetônico pelos muros, evidenciando contradições entre demarcar e cercear; abrigar e confinar; e embelezar e poluir. Banais no dia a dia e recorrentes na literatura, o que se conhece acerca da história dos muros nas experiências cotidianas e nos textos, para além de suas funções de cercar proteger e deter? Visto que desconheçamos os muros com que nos deparamos, pois, distinguindo-os vulgarmente na superfície abaulada do banal, não sabemos dos significados que a eles se atribuem no cotidiano e nas mais diversas áreas de conhecimento. Para além de perímetros de reclusão, privacidade e proteção, nos muros se agenciariam recepções, emissões e difusões de variados registros gráficos e pictóricos, que impactam o meio em que se inserem. Para verificar esses impactos, buscamos em textos de vários regimes discursivos e diversos autores, como Coulanges (2006), Mumford (1991), Marcuse (2004), Zanotelli (2014), Herkenhoff (1983), Carvalho (2001), Péré-Christin (2001), Bíblia (1993), Eco (2010) e outros mais, os muros em alguns de seus aspectos. Em nível de conclusão, antecipamos que para além de hostil, hospitaleiro, ordenador, ornamental e poluidor, o muro como tela também pode ser potencialmente poético, pois, como “nuvem do pintor” e do fotógrafo, é apto a sugerir imagens.
Voyage littéraire et architectural sur les murs, mettant en évidence les contradictions entre délimiter et lésiner; confiner et abriter; et d'embellir et de polluer. Monnaie courante dans la vie quotidienne et récurrente dans la littérature, ce qui est connu sur l'histoire des murs dans leurs expériences quotidiennes et les textes, en plus de leurs fonctions pour entourer protéger et maintenir? Comme nous ne savons pas les murs en face de nous, donc les distinguer couramment dans la surface bombée de banal, nous ne savons pas la signification qu'ils attachent à la vie quotidienne et dans de nombreux domaines de la connaissance. Au-delà des périmètres d'isolement, la vie privée et à la protection, si les murs agenciariam réception, les émissions et les émissions divers graphiques et documents iconographiques, que l'impact de l'environnement dans lequel ils opèrent. Pour vérifier ces impacts, nous regardons des textes de différents régimes discursifs et des auteurs tels que Coulanges (2006), Mumford (1991), Marcuse (2004), Zanotelli (2014), Herkenhoff (1983), Péré-Christin (2001), Eco (2010) e autres plus, les murs de certains de ses aspects. Dans le niveau d'achèvement, nous prévoyons qu'audelà hostile, accueillant, à l'origine, d'ornement et pollueur, le mur que l'écran peut aussi être potentiellement poétique parce que, comme "Cloud Peintre" et photographe, est en mesure de proposer des images.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/3179
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