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Título: Caio Fernando Abreu por Caio F.
Autor(es): Kogure, Linda Emiko
Orientador: Amaral, Sérgio da Fonseca
Data do documento: 19-Ago-2015
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Resumo: Pretende-se analisar a obra literária de Caio Fernando Abreu (CFA) pela perspectiva da escrita de si (auto e/ou alterficcional) e da performance, por duas faces: a dos viajantes (em constantes deslocamentos de personagens em contiguidade às viagens do autor) e a das personae, sobretudo, as verificadas nas cartas em que CFA embaralha outros de si, assinando diferentes nomes, como Caio F. A estrutura é análoga a um roteiro de viagem. As duas faces estudadas culminam num Diário de bordo, com fragmentos de romances, contos, cartas, crônicas e entrevistas do escritor a periódicos. O Diário é assinado por Caio F., o outro de si que triunfa como rastro do rastro, a marca da escrita, o representante, a persona mais iterável que, cada vez mais substitui e/ou sobrepõe o nome do autor, mesmo após as mais de três décadas da sua criação.
This paper aims to analyze the literally work of Caio Fernando Abreu (CFA) through the self written perspective (auto or/and alterfictional) and performance, from two point of views: first from the “travelers” (in permanent deployment from de characters in proximity to the author’s trips) and the other from the personae, mainly, the ones seen in the letters where CFA “shuffles in” other selves, signing different names, such as Caio F. The structure is analog to a travel script, the two point of views studied culminate in a travel log, with novels, tales, letters, “chronicles” and interviews fragments from the author to newspapers and magazines. The travel log is signed by Caio F., the other self that triumphs as a trace of a trace, the literally symbol, the representative, the most iterated persona that substitutes or overlaps more and more the author’s name, even after over three decades from its creation.
El objetivo es analisar la obra literaria de Caio Fernando Abreu (CFA) en una perspectiva de la escritura de sí mismo (auto y/ó alterficcional), y de la performance, por medio de dos caras: la de los “viajeros” (en constantes desplazamientos de personajes en contigüidad a las viajes del autor) y la de las personae, sobretodo, las verificadas en las cartas en las que CFA “baraja” otros de sí mismo, firmando distintos nombres, como Caio F. La estructura es análoga a la de un guión de viaje. Las dos caras estudiadas culminan en un Diário de bordo con fragmentos de romances, cuentos, cartas, crónicas y entrevistas del escritor a periódicos. El Diário de bordo es firmado por Caio F., el otro de sí mismo que triunfa como rastro del rastro, la marca de la escritura, el representante, la máscara más iterable que, más y más sustituye y/ó sobrepone el nombre del autor, hasta mismo después de más de tres décadas de su creación.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/3189
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