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Título: Ecos da constituinte na construção de uma polícia cidadã
Autor(es): Mutz, Ronaldo
Orientador: Mendonça, Carlos Vinícius Costa de
Data do documento: 7-Nov-2008
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Resumo: Sendo componente da Polícia Militar do Estado do Espírito Santo, carreira iniciada no início de 1990 quando fui à Academia de Polícia Militar do Estado de Minas Gerais com vistas à realização do Curso de Formação de Oficiais, tive a oportunidade de observar e atuar como policial na cidade de Belo Horizonte por um período de quatro anos. Depois de formado, apresentei-me para minhas atividades operacionais no Espírito Santo em fins de 1993 e já pude notar a forma diferente de ser e agir entre as duas corporações, apesar de executar um serviço que tem como característica universal a busca pela paz e tranqüilidade social. Com o passar do tempo, tive o primeiro contato com uma nova modalidade de policiamento, denominado Policiamento Interativo, que preconiza modificações no modo de agir dos policiais buscando a adoção de conceitos voltados para a cidadania e direitos humanos, iniciativa processada no interior da Polícia Militar. Na continuidade das minhas atividades operacionais, e invariavelmente fazendo um paralelo entre as formas de agir das duas corporações policiais, vários questionamentos foram se acumulando, no que pretendo, no presente trabalho, adentrar no mundo do outro – o cidadão – para buscar sua visão de polícia para prover sua segurança cotidiana. Uma marca que ficou tão logo pude manifestar minha observação acerca da polícia, quando ainda estudante – cadete, foi a repreensão ao comentar: “A polícia começará sua transformação tão logo os Coronéis formatados pela ditadura coloquem seus pijamas”. Minha impressão, ao expressar tal comentário, era a de que as transformações democratizantes processadas pela nova condição política do país ainda não havia chegado à tropa, isso em 1990. A repreensão foi a confirmação.
As part of the Military Police of the State of Espírito Santo, career started at the beninning of 1990 when I went to the Academy of Military Police of State of Minas Gerais attend the Training Course for Official, I had the opportunity to observe and act as police in the city of Belo Horizonte for a period of four years. After formed, presented me to my operational activities in the State of Espírito Santo in late 1993 and now I notice the different ways of being an act between the two corporations, in spite of performing a service that is to feature the universal quest for peace and tranquility. Over time, I had the first contact with a new method of policing, called Policing Interactive, which advocates changes in the mode of action of the police seeking the adoption of concepts aimed for citizenship and human rights initiative processed whitin the Military Police. In continuation of my operational activities, and invariably making a parallel between the forms of action police of the two corporations, several questions were accumulating if, as I intend, in this work, enter the world of another – the citizen – to pursue his version of police to provide their safety daily. A mark that was once so I could express my observation about the police, even when student – cadet -, was the reprimand commenting: “The police will begin its transformation as soon as the colonels formatted by the dictatorship put their pajamas”. My impression, to express such a comment, was that the changes democratizing processed by the new political condition of the country had not yet reached the troops, that in 1990. The reprimand was the confirmation.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/3349
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