Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://repositorio.ufes.br/handle/10/3389
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorFRANCO, S. P.
dc.date.accessioned2016-08-29T14:11:53Z-
dc.date.available2016-07-11
dc.date.available2016-08-29T14:11:53Z-
dc.identifier.citationPONTES, W. T., CONFLITO Agrário e Esvaziamento Populacional: a Disputa do Contestado Pelo Espírito Santo e Minas Gerais (1930-1970)por
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/3389-
dc.format.mediumtexten
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleCONFLITO Agrário e Esvaziamento Populacional: a Disputa do Contestado Pelo Espírito Santo e Minas Gerais (1930-1970)por
dc.typemasterThesisen
dcterms.abstractNas primeiras décadas do séc. XX as frentes de colonização mineira e capixaba se facearam nos arredores da Serra dos Aimorés, ávidas por darem inicio à ocupação das fartas extensões de terras da região. Ao se expandir a fronteira agrícola de Minas Gerais abriu passagem por densas e inóspitas matas, indo além da incontínua orografia que delimitava sua borda oeste. Rumou em direção ao mar e defrontou-se com a vaga humana que caminhava em sentido oposto. Com suas fronteiras ainda imprecisas naquela região, os governos dos estados do Espírito Santo e de Minas Gerais, sob argumentos antagônicos, arvoravam jurisdição sobre o imenso território, litigando exaustivamente nos tribunais enquanto grandes levas de migrantes em busca de terras devolutas e alheios às disputas políticas e judiciais impulsionavam uma abrupta ocupação da zona contestada. A enorme distância dos centros urbanos, as dificuldades de acesso e a precária e incipiente estrutura político-social que caracterizaram a dura vida dos primeiros habitantes daquele território não inibiu um rápido e singular crescimento populacional entre os anos de 1930 a 1960, período em que as taxas de crescimento demográfico da Serra dos Aimorés superaram significativamente as registradas nas demais regiões do país. A existência de jurisdições conflitantes levou à zona contestada a sobreposição de autoridades, enfraquecendo a presença do próprio poder público na região e marcando de forma ainda mais particular o duro cotidiano de seus habitantes. Onde havia várias autoridades nenhuma se impunha, prevalecendo a lei do mais forte, o que vitimou especialmente os migrantes que para lá haviam rumado em busca de terras para subsistência de suas famílias. Neste contexto, fraudes, ameaças, abusos e agressões foram cometidos tanto por jagunços a mando de poderosos latifundiários quanto por agentes do estado atuando contra os pequenos lavradores que se apossearam de terras na zona contestada. O clima de insegurança repercutiu significativamente no processo de ocupação da região, influenciando nas décadas seguintes o surgimento de um êxodo rural igualmente sem paralelo em nossa historiografia regional. Palavras-chave: Espírito Santo, Minas Gerais, Zona Contestada, violência crescimento populacional, êxodo rural.por
dcterms.creatorPONTES, W. T.
dcterms.issued2007-08-10
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Históriapor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseMestrado em Históriapor
dc.contributor.refereeRODRIGUES, M. B. F.
dc.contributor.refereeCOSTA, N. S.
Aparece nas coleções:PPGHIS - Dissertações de mestrado

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
tese_3320_Walace_Tarcisio_Pontes.pdf2.99 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.