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dc.contributor.advisorMOREIRA, V. M. L.
dc.date.accessioned2016-08-29T14:11:55Z-
dc.date.available2016-07-11
dc.date.available2016-08-29T14:11:55Z-
dc.identifier.citationLOUREIRO, K., O Processo de Modernização Autoritária Da agricultura no Espírito Santo: Os Índios tupinikin e Guarani Mbya e a Empresa aracruz Celulose S/a (19671983)por
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/3407-
dc.format.mediumtexten
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleO Processo de Modernização Autoritária Da agricultura no Espírito Santo: Os Índios tupinikin e Guarani Mbya e a Empresa aracruz Celulose S/a (19671983)por
dc.typemasterThesisen
dcterms.abstractDemonstra que a implantação da empresa Aracruz Celulose S/A (1972) no município de Aracruz, litoral norte do estado do Espírito Santo, é resultado de uma política agrária em consonância com o projeto dos generais-presidentes ao longo da ditadura militar no Brasil, uma vez que, as decisões sobre a questão da terra se concentravam em seus gabinetes e que os militares golpistas não só incentivavam os grandes projetos de investimentos agroindustriais, como também impediam a maior participação da sociedade brasileira na discussão sobre as conseqüências desses empreendimentos. Esclarece que a instalação da Aracruz Celulose é resultante de fatores relacionados à dinâmica capitalista internacional, nacional e estadual: em âmbito internacional, por ser este um contexto favorável, devido à expansão acelerada do comércio internacional e da disponibilidade de capitais para investimento e financiamento; em âmbito nacional, porque os incentivos estatais à modernização da agricultura no período entre 1960 e 1980 provocaram mudanças estruturais no setor; em âmbito estadual, porque a política fundiária dos governos militares veio ao encontro dos interesses da elite local, que, para promover a diversificação e/ou industrialização da economia estadual, até então demasiadamente dependente da cultura do café, não poupou esforços para atingir seus objetivos. Destaca que a instalação da Aracruz Celulose no município de Aracruz não só alterou significativamente o padrão de posse e de uso da terra, como também atingiu sobremaneira as populações preexistentes (comunidades indígenas, remanescentes de quilombos, pequenos agricultores, posseiros). À luz desses acontecimentos, busca analisar o desenvolvimento da luta pelo reconhecimento tétnico dos índios Tupinikin e do conflito pela posse das terras indígenas Tupinikin e Guarani Mbya, desencadeados pela implantação da indústria de celulose no município de Aracruz, entre os anos de 1967 a 1983. Palavras-chave: Aracruz Celulose; Posse de terras indígenas - conflitos; Identidade étnica.por
dcterms.creatorLOUREIRO, K.
dcterms.issued2006-04-07
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Históriapor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseMestrado em Históriapor
dc.contributor.refereeCICCARONE, C.
dc.contributor.refereeGIL, Antonio C. A.
dc.contributor.refereeMATTOS, I. M.
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