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dc.contributor.advisorSilva, Gilvan Ventura da-
dc.date.accessioned2016-08-29T14:12:01Z-
dc.date.available2016-07-11-
dc.date.available2016-08-29T14:12:01Z-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/3446-
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleRoma e a representação de domínio do mundo no contexto das guerras púnicas : uma leitura das Histórias, de Políbiopor
dc.typemasterThesiseng
dc.subject.udc93/99-
dc.subject.br-rjbnPolibiopor
dc.subject.br-rjbnIdentidade socialpor
dc.subject.br-rjbnRepresentações sociaispor
dc.subject.br-rjbnGuerras púnicaspor
dc.subject.br-rjbnCartago (Cidade extinta)por
dc.subject.br-rjbnRomapor
dc.subject.br-rjbnRoma - História - República, 265-30 A.C.por
dcterms.abstractNo período das Guerras Púnicas ocorre uma mudança fundamental na história de Roma. A nobreza romana, antes detentora do domínio na esfera da Península Itálica, torna-se representante da principal potência no Mediterrâneo. Mas nesse período surgem, igualmente, mudanças na forma em que essa nobreza expressa o poder – em seu posicionamento político perante outros povos – e no conceito do que é ser romano. Nosso estudo procura demonstrar essas mudanças de comportamento e idéias como resultantes do processo de produção da identidade e da representação romanas de domínio do “mundo”, processo gerado pelas inter-relações entre romanos e cartagineses naquele período. A fonte textual para o estudo é a obra de Políbio, as Histórias, o relato mais antigo e próximo dessas guerras que chegou aos nossos dias. Analisamos a fonte a partir da perspectiva da transmissão histórica de significados e da apreensão destes em símbolos que expressam, através de ações, comportamentos e atitudes transcritas por Políbio, assim como das interpretações e opiniões do historiador grego, as disposições e motivações dos indivíduos e grupos presentes na obra. De acordo com nossa análise, as interações entre romanos e cartagineses no período das Guerras Púnicas foram responsáveis, tanto pela produção daquelas identidade e representação de domínio “mundial”, quanto da alteridade em relação aos cartagineses – posto que a identidade é dependente da marcação da diferença –, alteridade simbolizada na figura de Aníbal, percebido como a reificação de Cartago. Em outras palavras, com as Guerras Púnicas, a realidade, da forma que era percebida pelos romanos, se transforma. Portanto, aquelas interações geraram uma nova forma de agir nos romanos: as atitudes romanas ante outros povos passam a traduzir um discurso altamente impositivo, que exprime a nova visão romana do “mundo” como dominado. O estudo permitiu também observar que o início da dissensão interna à nobilitas romana, após a Segunda Guerra Púnica, foi devido em parte a essa mesma produção de identidade e representação de domínio sobre o “mundo”.por
dcterms.abstractDuring the period of the Punic Wars a fundamental change in Roman history occurred. The Roman nobility, once dominant in the Italic Peninsula, becomes the greatest Mediterranean power. But in the same period the way power is expressed by that nobility – in its political positioning before other people – and the concept of what is to be a Roman change. This study tries to demonstrate that this behaviour and conceptual changes were a result of the production process of “world” domination identity and representation, process generated by the interrelationships between Romans and Carthaginians in that period. The textual source for the study is the work of Polybius, the Histories, the oldest contemporaneous narrative of the Punic Wars we have today. The analysis of the source was made by the perspective of the historic transmission of significances, and the apprehension of those significances as symbols which expresses through the actions, behaviours and attitudes transcribed by Polybius, as long as the opinions and interpretations of the Greek historian, individual and group – as they are part of the narrative – dispositions and motivations. According to this analysis the interrelations between Romans and Carthaginians during the Punic Wars were responsible for that production of identity and representation of “world” domination, and “otherness” regarding the Carthaginians – as the identity depends on the difference –, “otherness” symbolized on Hannibal, perceived as the reification of Carthage. In other words, during the Punic Wars the way reality was perceived by the Romans changed. Therefore, those interactions generated a new way of Roman acting: their attitudes before other people translate a highly imposing discourse which expresses the new Roman imaging of the “world” as dominated. Other result provided by this study is that the beginnings of the dissention inside the Roman nobility occurred after the Second Punic War, partly because of the same production of identity and representation of the “world” as a Roman dominion.eng
dcterms.creatorSilva, José Guilherme Rodrigues da-
dcterms.formattexteng
dcterms.issued2010-05-04-
dcterms.languageporeng
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Históriapor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.subject.cnpqHistóriapor
dc.publisher.courseMestrado em Históriapor
dc.contributor.refereeRosa, Cláudia Beltrão da-
dc.contributor.refereeFeldman, Sergio Alberto-
dc.contributor.refereeGil, Antonio Carlos Amador-
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