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Título: O limite constitutivo entre o cogito cartesiano e o sujeito da psicanálise construído no texto A Ciência e a Verdade
Autor(es): MAGALHAES, N. M.
Orientador: MURTA, C. P. C.
Data do documento: 25-Mar-2015
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: MAGALHAES, N. M., O limite constitutivo entre o cogito cartesiano e o sujeito da psicanálise construído no texto A Ciência e a Verdade
Resumo: presente dissertação é resultado de uma pesquisa de mestrado voltada para a teoria psicanalítica lacaniana acerca da questão do sujeito. De acordo com Jacques Lacan, a origem da Psicanálise está submetida a uma série de fatores investidos pela ciência moderna, cujo discurso estabeleceu um significado efetivo à psicanálise, evidência que visamos verificar nesta pesquisa. A obra de Lacan, bem como de comentadores posteriores a ele, nos provê possibilidades de refletir a Psicanálise como um discurso que, mesmo subordinado historicamente ao surgimento da ciência, é, entretanto, capaz de se sustentar por seus próprios métodos. A concepção de sujeito da ciência, conforme formulada por Lacan no texto A Ciência e a Verdade (1965), deriva de sua leitura da subjetividade cartesiana. O sujeito moderno, ou seja, o homem concebido por René Descartes em suas Meditações Metafísicas (1941), está fundado em suas faculdades racionais. Descartes entende o humano a partir de sua razão. O sujeito cartesiano, ele mesmo é sua alma inteligível quando capaz de pensar e agir por si mesma. O sujeito estudado pela psicanálise, segundo Lacan, é o próprio sujeito da ciência, o mesmo homem moderno proposto por Descartes. O que almejamos neste trabalho foi seguir a interface entre os discursos da Filosofia presentes nos textos citados destes autores, tornando evidente como a teoria lacaniana está amparada em bases filosóficas modernas, todavia a Psicanálise proponha revisões e críticas de tais conceitos metafísicos. Palavras-chave: Psicanálise; Sujeito; Ciência; Modernidade; Descartes; Lacan
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/3679
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