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dc.contributor.advisorYACOVENCO, L. C.
dc.date.accessioned2016-08-29T15:08:57Z-
dc.date.available2016-07-11
dc.date.available2016-08-29T15:08:57Z-
dc.identifier.citationFOEGER, C. C., A PRIMEIRA PESSOA DO PLURAL EM SANTA LEOLDINA/ESpor
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/3774-
dc.format.mediumtexten
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleA PRIMEIRA PESSOA DO PLURAL EM SANTA LEOLDINA/ESpor
dc.typemasterThesisen
dcterms.abstractO presente trabalho objetiva descrever e analisar a alternância pronominal de primeira pessoa do plural e a concordância verbal com o pronome nós na fala dos moradores da zona rural de Santa Leopoldina. Objetiva também estabelecer uma comparação entre o comportamento linguístico dos leopoldinenses e dos capixabas moradores de Vitória/ES (MENDONÇA, 2010). Para tanto, adota-se como perspectiva teórica a Sociolinguística Variacionista, que se baseia no uso real da língua, pressupondo que a variação e a mudança, inerentes ao sistema, são influenciadas por fatores estruturais e sociais. O corpus é constituído por trinta e duas entrevistas tipicamente labovianas (LABOV, 2008), que fazem parte da Amostra do Português Falado na Zona Rural de Santa Leopoldina. Para a quantificação dos dados, utilizou-se o programa GoldVarbX (SANKOFF; TAGLIAMONTE; SMITH, 2005). Como grupo de fatores sociais, foram observados o gênexo/sexo, a faixa etária e a escolaridade dos falantes. Quanto aos fatores linguísticos, analisaram-se a explicitude das variantes, o paralelismo, a referencialidade, a função sintática, o tempo verbal e a saliência fônica. Considerou- se também, neste estudo, a variável discursivo/pragmática interação com a entrevistadora. Os resultados mostram que a substituição do pronome nós por a gente em Santa Leopoldina parece ocorrer em ritmo mais lento que o constatado em Vitória, visto que a frequência de uso da forma inovadora é de apenas 53,9%, enquanto em Vitória o índice chega a 70,8%. Destaca-se, entre as variáveis sociais observadas, a atuação da faixa etária, que apresenta resultados bem diversos não só de Vitória, mas também de outras regiões brasileiras, tais como Rio de Janeiro/RJ (OMENA, 1986), Curitiba/PR (TAMANINE, 2010), Iboruna/SP (RUBIO, 2012) e Goiás/GO (MATTOS, 2013): nestas localidades, os jovens são os que mais fazem uso de a gente, ao passo que, entre os leopoldinenses, a única faixa etária que favorece essa forma inovadora é a de 26 a 49 anos. Quanto à concordância também são os mais jovens os que a realizam com menor frequência. No que concerne às variáveis linguísticas, ressalta-se a atuação do tempo verbal, com a especialização do morfema -mos como marca de pretérito perfeito e com o presente como único tempo em que há variação de concordância.por
dcterms.creatorFOEGER, C. C.
dcterms.issued2014-05-13
dcterms.subjectSociolinguística Variacionistapor
dcterms.subjectalternância nós/a gentepor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Linguísticapor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseMestrado em Estudos Linguísticospor
dc.contributor.refereeSANTOS, T. F. R.
dc.contributor.refereeSCHERRE, M. M. P.
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