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dc.contributor.advisorAquije Chacaltana, Julio Tomás-
dc.date.accessioned2016-08-29T15:09:31Z-
dc.date.available2016-07-11-
dc.date.available2016-08-29T15:09:31Z-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/3873-
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleAplicação de um modelo lagrangiano de trajetória de partículas para modelagem da dispersão em águas rasas e simulação da dispersão no canal de acesso ao Porto de Vitória, ESpor
dc.typemasterThesisen
dc.subject.udc628-
dc.subject.br-rjbnDispersãopor
dc.subject.br-rjbnHidrodinâmicapor
dc.subject.br-rjbnPasseio aleatório (Matemática)por
dc.subject.br-rjbnDinâmica costeirapor
dc.subject.br-rjbnEscoamento turbulentopor
dc.subject.br-rjbnVitória (ES) - Porto - Canais-
dcterms.abstractNesta pesquisa um Modelo Lagrangiano de Partículas de Deslocamento Aleatório (MLPDA) desenvolvido para a modelagem da dispersão em águas rasas é acoplado ao modelo hidrodinâmico DIVAST (Depth Integrated Velocity and Solute Transport) para estudar as características dispersivas na região do canal de acesso ao Porto de Vitória. Inicialmente o modelo DIVAST é utilizado na avaliação da hidrodinâmica induzida pela maré astronômica no canal de acesso ao Porto de Vitória. O DIVAST se fundamenta nas equações não-lineares de águas rasas e considera além do efeito de fricção da vegetação de mangue na hidrodinâmica, o alagamento e a secagem de planícies de marés cobertas com vegetação de mangue. A grade computacional elaborada representa adequadamente a geometria e as ilhas no interior da região de estudo. As condições de contorno fornecidas ao modelo numérico foram elevação no contorno leste e correntes no contorno oeste, que foram obtidas de um modelo global para o complexo estuarino da ilha de Vitória. A validação dos resultados do modelo DIVAST foi realizada pela comparação com dados experimentais de velocidade e com dados numéricos de elevação da superfície da água, mostrando uma boa concordância com os mesmos e indicando que o modelo representa satisfatoriamente a hidrodinâmica da região do canal de acesso ao Porto de Vitória. A observação dos campos de escoamento simulados pelo DIVAST possibilitou identificar e analisar diferentes padrões de escoamento associados a interação do escoamento com a geometria do canal. O MLPDA se fundamenta nas equações de deslocamento aleatório. O MLPDA foi validado a partir da simulação e comparação com experimentos numéricos sugeridos por Heemink (1995). Os resultados do MLPDA reproduziram bem os experimentos numéricos e demostraram que o modelo é uma ferramenta adequada para a simulação do transporte de solutos. O MLPDA acoplado ao DIVAST foi aplicado para a região do canal de acesso ao Porto de Vitória e demonstrou a capacidade de simular os processos dispersivos em pequena e grande escala. Identificaram-se diferentes zonas na região modelada, observando-se áreas mais dispersivas e áreas que favorecem o acúmulo de constituintes.por
dcterms.creatorSantiago, Daniel Izoton-
dcterms.formattext-
dcterms.issued2007-02-26-
dcterms.languagePortuguêspor
dc.contributor.referee1Teixeira, Edmilson Costa-
dc.contributor.referee2Innocentini, Valdir-
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Engenharia Ambientalpor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.subject.cnpqEngenharia Sanitáriapor
dc.publisher.courseMestrado em Engenharia Ambientalpor
dc.contributor.advisor-coPereira, Maxsuel Marcos Rocha-
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