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Título: Estudo da Influência da Interação Solo-atmosfera nos Perfis de Umidade, Sucção e Temperatura de um Subsolo Não Saturado.
Autor(es): VIVACQUA, G. P. D.
Orientador: BICALHO, K. V.
Data do documento: 22-Nov-2012
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: VIVACQUA, G. P. D., Estudo da Influência da Interação Solo-atmosfera nos Perfis de Umidade, Sucção e Temperatura de um Subsolo Não Saturado.
Resumo: Este trabalho dedica-se à análise da influência da interação solo-atmosfera nos perfis de umidade, sucção e temperatura do perfil de um subsolo não saturado. Também é objeto de interesse neste estudo a análise da profundidade da zona ativa, região do solo influenciada pelas variações climáticas. Um modelo numérico de interface solo-atmosfera é utilizado para calcular a taxa de evaporação a partir do solo, e a equação de fluxo de massa (água líquida Lei de Darcy e vapor Lei de Fick) em conjunto com a equação de fluxo de calor (de Vries, 1987) são adotadas para determinar os perfis de temperatura, umidade e poro pressão do solo. Para as simulações numéricas é adotado um programa computacional unidimensional que utiliza o Método das Diferenças Finitas para resolver simultaneamente as equações diferencias parciais de fluxo de massa (água líquida e vapor) e calor. As análises realizadas utilizam dados climáticos coletados em Mormoiron, França, obtidos entre 2004 e 2005. Durante as análises, parâmetros foram alterados e dados climáticos simulados, sendo os resultados obtidos comparados com casos de referência. Dentre as conclusões do trabalho, pode-se citar: (a) a variação do perfil inicial de temperatura do solo (PIT) pode afetar os perfis de temperatura do solo, especialmente na região mais profunda onde as temperaturas se mantém praticamente estáveis ao longo de todo o ano; (b) o parâmetro Albedo pode afetar o perfil de temperatura do solo, especialmente na estação mais quente (grande radiação solar). Durante o inverno, valores albedo precisos não influenciam o teor de água no solo; (c) a zona ativa na região do estudo possui cerca de 1,5 m de profundidade. A partir dessa profundidade os perfis de temperatura, umidade e sucção do solo se mantém praticamente constantes ao longo do ano; (d) a utilização de médias para os inputs diários modifica a profundidade da zona ativa, sugerindo que sob condições adversas a profundidade da zona ativa de uma determinada região pode ser alterada; (e) a intensidade e a distribuição da precipitação afetam os perfis de umidade volumétrica e sucção do solo.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/3953
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