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Título: INFECÇÕES DE PELE E PARTES MOLES CAUSADAS POR Mycobacterium abcessus APÓS PROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS ESTÉTICOS: ANÁLISE DE ASPECTOS CLÍNICOS, TERAPÊUTICOS E MICROBIOLÓGICOS.
Autor(es): POSSA, T. A. L.
Orientador: PALACI, M.
Palavras-chave: Infecções
cirurgia
M
abscessus
Data do documento: 23-Ago-2011
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: POSSA, T. A. L., INFECÇÕES DE PELE E PARTES MOLES CAUSADAS POR Mycobacterium abcessus APÓS PROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS ESTÉTICOS: ANÁLISE DE ASPECTOS CLÍNICOS, TERAPÊUTICOS E MICROBIOLÓGICOS.
Resumo: O Mycobacterium abscessus é atualmente a micobactéria de crescimento lento considerada mais patogênica. Causa infecções principalmente em pacientes portadores de fibrose cística e tem sido descrito com frequência cada vez maior em infecções de pele e partes moles secundárias a procedimentos invasivos tais como acupuntura, injeções de insulina, mesoterapia, procedimentos artroscópicos e laparoscopicos e após realização de procedimentes estéticos em cirurgias plásticas como implante de próteses mamárias e lipoplastia. Embora de baixa letalidade a infecção apresenta alta morbidade principalmente devido a resistência intrínseca do M.abscessus a vários antimicrobianos, sendo considerado a micobactéria mais resistente. Como o objetivo de estudar os aspectos clínicos, terapêuticos e microbiológicos das infecções de pele e partes moles relacionados a procedimentos cirúrgicos estéticos por M. abscessos, utilizou-se um estudo descritivo com dados encontrados em prontuário de 16 pacientes com infecção de pele e partes moles tratados no serviço Universitário de Referência Estadual. Foram analisados os aspectos clínicos da infecção durante a apresentação inicial, após retirada das próteses implantadas, na primeira consulta no serviço de referência, durante o tratamento e após o término do tratamento. Devido ao reduzido tamanho da amostra não foi realizado avaliação de significado estatístico, porém os resultados mostram que a resposta ao tratamento é variada, a retirada da prótese implantada contribui para resolução inicial dos sintomas, o tratamento é prolongado e o esquema de tratamento recomendado é difícil de ser realizados devidos aos efeitos adversos principalmente relacionados à amicacina. A evolução clínica não ocorre de maneira linear, mesmo na vigência do tratamento. Há paciente que evoluem: com resolução espontânea da infecção após debridamentos cirúrgico e retirada de corpos estranhos; pacientes que respondem ao tratamento; pacientes em que o tratamento parece não interferir na evolução e pacientes em que o tratamento parece colaborar para intensificação dos sinais e sintomas. Apesar dos diferentes tipos de evolução, todas as pacientes analisadas foram consideradas curadas ao final do estudo. PALAVRAS CHAVE: Infecções, cirurgia, M.abscessus
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/4540
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