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Título: Incidência de infecção nosocomial causada por vírus respiratórios em uma unidade de cuidados intensivos e semi-intensivos neonatal.
Autor(es): GADELHA, C. S. E.
Orientador: CERUTTI JUNIOR, C.
Coorientador: Checon, RE
Palavras-chave: Infecção Hospitalar
Vírus
Recém-nascidos
Data do documento: 30-Ago-2012
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: GADELHA, C. S. E., Incidência de infecção nosocomial causada por vírus respiratórios em uma unidade de cuidados intensivos e semi-intensivos neonatal.
Resumo: O neonato, especialmente aquele nascido antes do termo, é mais suscetível às infecções. Existem poucos dados publicados sobre as infecções virais nosocomiais. no período neonatal e estes apresentam resultados discordantes. Objetivos: Determinar a incidência de infecção viral nosocomial em neonatos internados em uma unidade de terapia intensiva (UTI) e semi-intensiva, em Vitória, ES e realizar vigilância clínica quanto ao aparecimento de sintomas sugestivos desta infecção viral. Métodos: Trata-se de um estudo de coorte, prospectivo, com duração de 13 meses, realizado de novembro de 2010 a dezembro de 2011. Todos os neonatos internados na UTI neonatal do Hospital Universitário Cassiano Antônio Morais (HUCAM) no período do estudo foram submetidos a acompanhamento clínico e coleta semanal de secreção de nasofaringe (SNF), até a alta da unidade. Foram pesquisados 15 diferente vírus através de Imunofluorescência indireta (RIFI) e Reaçao em cadeia de polimerase (PCR) no formato multiplex. Resultados: 114 neonatos foram incluídos, sendo deles obtidas 424 amostras de SNF. Todas as amostras foram testadas por RIFI e 51 por PCR. Vinte e seis neonatos (22,8%) apresentaram suspeita clínica de infecção viral nosocomial. Em nove pacientes foi detectado algum vírus respiratório, sendo em quatro (3,5%) Vírus sincicial respiratório (VSR), em três ( 2,6%) Rinovírus (HRV) e em dois (1,7%), Influenza A (FLU A). Dois pacientes estavam assintomáticos. A incidência de infecção viral nosocomial foi de 7,8%. Encontramos uma baixa correlação entre a suspeita clínica de infecção viral e a detecçao do vírus laboratorilamente. Conclusões: A incidência encontrada foi compatível com as características da unidade estudada e resultado de um esforço permantente para profilaxia e educação continuada. Considerando a dificuldade de diagnóstico clínico preciso no período neonatal, ressaltamos a importância do diagnóstico laboratorial dessas viroses nesse período. PALAVRAS CHAVES: Infecção Hospitalar; Vírus, Recém-nascidos
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/4552
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