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Título: Frequência de resultados positivos para Toxoplasma gondii em exames sorológicos realizados em cães e gatos na Região Metropolitana de Vitória, Espírito Santo, Brasil
Autor(es): Covre, Kamila da Cunha
Orientador: Fux, Blima
Palavras-chave: Toxoplasma gondii
Estudos Soroepidemiológicos
Cães
Gatos
Data do documento: 11-Abr-2014
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: COVRE, Kamila da Cunha. Frequência de resultados positivos para Toxoplasma gondii em exames sorológicos realizados em cães e gatos na Região Metropolitana de Vitória, Espírito Santo, Brasil. 2014. 67 f. Dissertação (Mestrado em Doenças Infecciosas) - Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, 2014.
Resumo: A toxoplasmose, causada pelo protozoário Toxoplasma gondii, apresenta grande soroprevalência em humanos e animais em todo mundo. O perfil sorológico da infecção em animais domésticos, como cães e gatos, é um indicativo da contaminação ambiental pelo parasito e do risco potencial para o homem. Neste trabalho, avaliou-se a frequência de resultados positivos para T. gondii em exames sorológicos realizados em cães e gatos na Região Metropolitana de Vitória, no estado do Espírito Santo. Foram analisadas amostras de soro de 378 cães e 79 gatos provenientes de Centros de Controle de Zoonoses (CCZ) e de abrigos temporários, além de dados epidemiológicos sobre município, origem, sexo, raça e idade de cada animal. Imunoglobulinas da classe IgG anti-T. gondii foram avaliadas por Ensaio Imunoenzimático (ELISA) e Reação de Imunofluorescência Indireta (RIFI). A frequência de anticorpos em cães foi de 39,4% (149/378) pelo ELISA e de 38,1% (142/373) pela RIFI, e em gatos foi de 15,2% (12/79) pelo ELISA e de 7,6% (6/79) pela RIFI. Os fatores associados à infecção canina foram a origem errante e a idade igual ou superior a um ano. Sorologia positiva por ELISA foi relacionada ao sexo dos felinos, com fêmeas apresentando maior chance de infecção. A avaliação dos resultados dos cães mostrou uma excelente concordância entre as técnicas (k = 0,82), sem diferenças estatisticamente significativas (p = 0,377). Entre os felinos, apesar de ter havido concordância entre os testes (k = 0,63), eles foram significantemente diferentes de acordo com as análises estatísticas (p = 0,041). Os resultados demonstram alta contaminação do ambiente pelo parasito, sugerindo grande risco de infecção humana e de outros animais. Este é o primeiro estudo de determinação da frequência de anticorpos anti-T. gondii em cães e gatos no Espírito Santo. Palavras-chave: Toxoplasma gondii. Estudos Soroepidemiológicos. Cães. Gatos. ELISA. Técnica Indireta de Fluorescência para Anticorpo. Brasil.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/4577
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