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Título: HIV-AIDS e co-morbidades não infecciosas: alterações ósseas, renais metabólicas em pacientes infectados pelo HIV-1 atendidos em Serviço de Assistência Especializada em Vitória, ES.
Autor(es): Pinto, LFS
Orientador: MIRANDA, A. E.
Coorientador: Rodrigues, RR
Palavras-chave: co-moco-morbidades
HIV
osteoporose
alterações renais
Data do documento: 14-Set-2012
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: Pinto, LFS, HIV-AIDS e co-morbidades não infecciosas: alterações ósseas, renais metabólicas em pacientes infectados pelo HIV-1 atendidos em Serviço de Assistência Especializada em Vitória, ES.
Resumo: O aumento da expectativa de vida atingido com a moderna terapia antirretroviral significa que a população infectada pelo HIV está exposta a diversas co-morbidades não infecciosas que se comportam como doenças que se agravam com a idade. O objetivo deste trabalho foi estudar a prevalência de alterações renais, ósseas e cardiovasculares, assim como os fatores associados com essas alterações, em pacientes infectados pelo vírus HIV atendidos em um serviço ambulatorial de AIDS. Exames de urina, dosagens de creatinina, glicose, lipídeos, avaliação de risco cardiovascular, determinação quantitativa de HIV-RNA, contagem de linfócitos TCD4/TCD8 foram realizados no serviço de assistência especializada da Santa Casa de Vitória. A medida da massa óssea por densitometria foi feita no CEDOES (Centro de Pesquisa e Diagnóstico de Osteoporose do Espírito Santo). Quatro trabalhos foram escritos com os resultados do projeto: Um relato de caso de uma fratura supracondilar espontânea de fêmur em um paciente com bom controle de carga viral do HIV; um artigo com dados de baixa massa óssea em 54,7% de 300 pacientes estudados, com associação com menopausa, sexo masculino e índice de massa corpórea menor que 25; outro artigo descrevendo 40,6% de anormalidades urinárias e 9,8% de redução da filtração glomerular em 254 pacientes estudados, sendo esta última associada com raça negra, hipertensão arterial, idade acima de 50 anos, proteinúria e hematúria; e um quarto artigo que identificou diabetes em 5,8%, intolerância a glicose em 28,5% e alterações de colesterol em 22,3% de 498 pacientes após terapia antirretroviral, sendo este último associado com uso de lopinavir/r. Nossa conclusão é que o manejo clinico adequado destas doenças que se agravam com a idade são essenciais no tratamento adequado de indivíduos HIV-AIDS. Palavras-chaves: co-morbidades, HIV, osteoporose, risco cardiovascular, alterações renais.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/4593
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