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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorPAIVA, F. S. L.
dc.date.accessioned2016-08-29T15:35:12Z-
dc.date.available2016-07-11
dc.date.available2016-08-29T15:35:12Z-
dc.identifier.citationALMEIDA, U. R., Nas Trilhas da Atividade Docente: Análise da Relação Saúde-trabalho de Professores de Educação Física no Cotidiano Escolarpor
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/4606-
dc.format.mediumtexten
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleNas Trilhas da Atividade Docente: Análise da Relação Saúde-trabalho de Professores de Educação Física no Cotidiano Escolarpor
dc.typemasterThesisen
dcterms.abstractEsta pesquisa investiga a relação saúde-trabalho na atividade de professores de Educação Físia em uma escola pública polivalente, com o objetivo de compreender como os docentes tem enfrentado as adversidades e novicidades cotidianas em prol da produção de saúde no trabalho. Para tanto se pauta na articulação Ergologia-Etnografiacomo arcabouço teórico-metodológico, sendo a Etnografia o ferramental metodológico no que tange à produção de dados e a Ergologia o mote de análise do trabalho. Aborda o conceito de Atividade e Trabalho do ponto de vista da Ergologia, portantoatividade como espaço das microgestões inteligentes que são produzidas no intervalo entr as normas antecedentes (prescrições, ordens, códigos, conceitos, saberes, valores) e o trabalho real. O trabalho é concebido como "usos de si por si e pelos outros"; expressão do jogo de valores e normas construídas, não em outro "lugar", senão no âmbito dos locais de trabalho, do político, da sociedade. Adota o conceito de saúde "vitalista" de Georges Canguilhem, cuja compreensão rompe com o modelo médico-biologista de atrelar normalidade à saúde por meio de padrões estatísticos e propo~e que somente é possível conhecer a condição saudável quando os indivíduos são considerados em relação a seus meios e às suas potências de criar normas singulares capazes de tornar a vida "vivível". Conclui que alguns valores, normas e prescrições que atravessam o trabalho dos professores de Educação Física têm colocado em operação modos de subjetivação que pressionam os professores a "trabalharem mal", quando reduzem a atonomia, desvalorizam seus saberes e atribuem baixo valor simbólico à sua atividade. Por outro lado, mostra que os docentes lutam criando defesas contra o sofrimento e que, principalmente, por meio da atividade, renormalizam; criam regras, prescrições, normas; produzem saúde no trabalho. Compreendeu também esta pesquisa que os saberes e "usos" mobilizadas pelos docentes ultrapassam o ideário pedagógico da disciplina Educação Física , o que permite afirmar que os professores engajam muito mais " de si" no trabalho do que as tarefas solicitam.por
dcterms.creatorALMEIDA, U. R.
dcterms.issued2008-05-21
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação Físicapor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseMestrado em Educação Físicapor
dc.contributor.refereeHeckert, A.L.
dc.contributor.refereeBarros, M. E. B. de
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