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dc.contributor.advisorCASTRO, E. V. R.
dc.date.accessioned2016-08-29T15:35:35Z-
dc.date.available2016-07-11
dc.date.available2016-08-29T15:35:35Z-
dc.identifier.citationALMEIDA, V. M. D. L., Estudo da Influência do Número de Acidez Total e Teor de Enxofre Total nas Frações Destiladas no Processo de Corrosão em Aços do Tipo AISI 1020 e AISI 316por
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/4711-
dc.format.mediumtexten
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleEstudo da Influência do Número de Acidez Total e Teor de Enxofre Total nas Frações Destiladas no Processo de Corrosão em Aços do Tipo AISI 1020 e AISI 316por
dc.typemasterThesisen
dcterms.abstractOs danos causados pelos processos corrosivos em equipamentos presentes nas refinarias de petróleo, durante as destilações, foram descritos inicialmente em 1920, desde então, a indústria do petróleo tem lutado contra este mal. Na literatura, vastas são as referências reportando estudos de processos corrosivos envolvendo tanto os ácidos naftênicos como os compostos sulfurados. Em contrapartida, raras são as fontes de estudo envolvendo simultaneamente ambos os responsáveis pelas grandes perdas financeiras da indústria do petróleo. Neste trabalho, escolheram-se dois tipos de óleos: um óleo A - com alto teor de enxofre e um petróleo B - com elevada acidez. Fez-se então um blend 50/50 em volume - obtendo assim o óleo C - afim de verificar a influência tanto da acidez quanto dos teores de enxofre nos processos corrosivos pelos cortes destes óleos. Após a destilação das três amostras, os derivados obtidos foram caracterizados e submetidos aos testes laboratoriais de corrosão. Os cortes do petróleo A apresentaram teores de enxofre e taxas de corrosão crescentes em relação à temperatura final dos derivados. As frações de B apresentaram altos valores de NAT na faixa de temperatura de 220-400 °C, enquanto as taxas de corrosão mostraram-se baixas nesta temperatura. Por fim, os derivados do blend C, apresentaram propriedades intermediárias aos cortes anteriores, corroborando para taxas de corrosão menores de 0,50 mm/ano até uma temperatura de 300 °C, expondo assim a eficiência em utilizar a técnica de misturas de petróleos para o refino.por
dcterms.creatorALMEIDA, V. M. D. L.
dcterms.issued2014-08-21
dcterms.subjectPetróleopor
dcterms.subjectDestilaçãopor
dcterms.subjectFraçõespor
dcterms.subjectCorrosãopor
dcterms.subjectNúmero de Acidez Topor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Químicapor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseMestrado em Químicapor
dc.contributor.refereeSAEKI, M. J.
dc.contributor.refereeFREITAS, M. B. J. G.
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