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Título: volumes de recipientes no crescimento de espécies florestais nativas.
Autor(es): DIAS, T. F.
Orientador: PEZZOPANE, J. R. M.
Coorientador: ALMEIDA, M. S.
Data do documento: 5-Dez-2011
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: DIAS, T. F., volumes de recipientes no crescimento de espécies florestais nativas.
Resumo: Com o objetivo de disponibilizar informações referentes à produção de mudas de espécies florestais de Mata Atlântica, importantes no segmento de restauração florestal, o presente trabalho avaliou o desenvolvimento e parâmetro indicadores de qualidade de mudas de Calophillum brasiliense (guanandi), Cariniana estrellensis (jequitibá branco), Peltophorum dubium (angico canjiquinha) e Schinus terebinthifolius (aroeira vermelha), produzidas em recipientes de diferentes dimensões. O estudo foi desenvolvido no viveiro comercial Agroflorestal Mata Atlântica (AMA), município de Teixeira de Freitas, Bahia, situado a 17º3108 de latitude Sul e 39º44'30" de longitude Oeste. O delineamento estatístico utilizado foi blocos casualizados, com quatro repetições e cinco tratamentos, compostos por tubetes de capacidade volumétrica de 50, 115, 180 e 280cm³ e saco plástico de 560 cm³. Cada espécie constituiu um experimento independente das demais. A influência do volume do recipiente no desenvolvimento e qualidade das mudas foi determinada pelos seguintes parâmetros biométricos e morfológicos: altura da parte aérea, diâmetro de coleto, biomassa seca aérea, radicular e total, área foliar e índices das relações altura e diâmetro de coleto, biomassa seca aérea e radicular e Índice de Qualidade de Dickson. Para a realização das avaliações foram tomadas aleatoriamente 15 plantas centrais de cada parcela. As avaliações não destrutivas iniciaram aos 30 dias após o transplantio para os recipientes, sendo repetidas mensalmente, até que as mudas apresentassem características morfológicas adequadas para o plantio. Neste período o experimento foi finalizado, realizando-se as avaliações destrutivas. Os resultados obtidos foram submetidos à análise de variância pelo pacote estatístico SAEG (Sistema de Análises Estatísticas), sendo as médias dos tratamentos comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. O volume de recipiente influenciou significativamente o desenvolvimento das mudas para algumas espécies, indicando que o crescimento das plantas foi limitado pela restrição ao sistema radicular. Para o Calophillum brasiliense (guanandi), houve semelhança estatística entre as mudas dos tubetes de 180, 280cm³ e o saco de 560cm³ para todos os parâmetros avaliados. Para a espécie Cariniana estrellensis (jequitibá branco), as médias do tubete de 280cm³ e do saco de 560cm³, foram similares estatisticamente para alguns parâmetros. As mudas de Peltophorum dubium (angico canjiquinha), produzidas no saco de 560cm³ apresentaram maiores médias para todos os parâmetros, sendo que os tubetes de 180 e 280cm³ formam similares na maioria dos parâmetros. Para Schinus terebinthifolius (aroeira vermelha), as maiores médias, para todos os parâmetros, corresponderam ao saco de 560cm³, com exceção do índice de Dickson que foi similar entre os tubetes de 180 e 280cm³ e o saco de 560cm³. Mesmo as maiores médias dos parâmetros indicadores de qualidade de mudas florestais corresponderem ao saco de 560cm³, sua utilização pode ser prejudicada, visto que, todas as espécies nele produzidas apresentaram enovelamento do sistema radicular e maior tempo para agregação do torrão ao substrato. Considerando consumo de substrato, espaço ocupado, tempo de permanência em viveiro, mão de obra, maiores cuidados com irrigação e monitoramento de pragas e doenças, a utilização dos recipientes de 180 ou 280 cm³ pode ser mais viável. Palavras-chave: restauração florestal, Calophillum brasiliense, Cariniana estrellensis, Peltophorum dubium, Schinus terebinthifolius, parâmetros dendrometricos.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/5175
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