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Título: MAXIMIZAÇÃO DO USO DA URÉIA EM LAVOURA DE Coffea canephora
Autor(es): RODRIGUES, J. O.
Orientador: PARTELLI, F. L.
Coorientador: PIRES, F. R.
Palavras-chave: Volatilização
características morfofisiológicas
nitrogênio
Data do documento: 27-Fev-2013
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: RODRIGUES, J. O., MAXIMIZAÇÃO DO USO DA URÉIA EM LAVOURA DE Coffea canephora
Resumo: Objetivou-se determinar as perdas de nitrogênio por volatilização de amônia, de uréias com eficiências aumentadas bem como o desenvolvimento e a produtividade do cafeeiro Conilon manejadas com tais uréias. O experimento foi instalado em outubro de 2010 em cafeeiro Conilon cultivar Vitória INCAPER 8142. Foram avaliadas no experimento cinco fontes de adubos nitrogenados: T1= uréia perolada comum (45% N); T2= Uréia (45% N) + NBPT - (Super N®); T3= uréia (44,6% N) + 0,15% de Cu2+ e 0,4% de B (Nitro Mais®); T4= uréia (37% N) + enxofre (17%) (Nitro Gold®); e T5= nitrato de amônio (34% N). Os tratamentos T2, T3 e T4 são considerados com eficiência aumentada. Os coletores de perdas por amônia foram instalados, em cada parcela experimental, imediatamente após a aplicação do fertilizante em três épocas distintas, sendo em outubro, dezembro de 2011 e março de 2012. As esponjas foram trocadas aos 5, 10 e 15 dias, obtendo-se a volatilização. Foram avaliadas diversas características associadas à fluorescência da clorofila a. Essas avaliações foram realizadas em outubro antes da adubação e em janeiro e março 20 dias após as adubações. O crescimento de ramos foi avaliado mensalmente por marcação de dois grupos de ramos em crescimento escolhido ao acaso. Foram marcados quatro ramos plagiotrópicos por parcela. O primeiro grupo de ramos foi marcado e avaliado a partir de 05 de agosto de 2011 e o segundo grupo a partir de 09 de dezembro de 2011 e o terceiro grupo a partir de 12 de abril de 2012. O nitrato de amônio foi à fonte de nitrogênio que obteve menor perda de nitrogênio por volatilização entre as demais fontes nitrogenadas. O Nitro Gold® e a uréia perolada comum foram às fontes de nitrogênio que apresentaram maior perda de nitrogênio por volatilização na segunda avaliação. Dessa forma, sugere-se que a precipitação não foi suficiente para dissolver e incorporar os adubos, permanecendo o solo úmido, aumentando assim a atividade da enzima urease sobre os fertilizantes. Em geral o adubo Super N® e o Nitro Mais® apresentaram as menores perdas por volatilização em relação aos adubos com eficiência aumentada. Não houve diferença estatística nas produções das safras 2011 e 2012 entre as diferentes fontes de nitrogênio aplicadas na adubação do cafeeiro. Constatou-se que valores de fluorescência máxima da clorofila a, não diferiram em nenhuma das épocas analisadas, propondo que as fontes nitrogenadas não alteraram a eficiência do fotossistema II. Percebeu-se que os valores de Índice Relativo de Clorofila (IRC) alternaram suas significâncias com relação aos tratamentos ao longo das datas de avaliação. Presume-se que somente as fontes de N não foram responsáveis, sozinhas, pelas alterações do IRC, uma vez que existem outros fatores que afetam a absorção e as perdas por volatilização de amônia nos solos. Em relação ao crescimento dos três grupos de ramos não foi observado diferença estatística significativa entre as fontes de adubos nitrogenados, na média de crescimento de ramos, em todas as avaliações realizadas. Palavras-chave: Volatilização, características morfofisiológicas, nitrogênio, Coffea canephora L..
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/5200
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