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Título: Estrutura e Diversidade Genética de Eriotheca macrophylla (K. Schum.) A. Robyns (Malvaceae) no mini-corredor ecológico Sooretama/Goytacazes/Comboios, Espírito Santo, Brasil.
Autor(es): KAIAQUE, L. P. M.
Orientador: MENEZES, L. F. T.
Coorientador: MIRANDA, F. D.
Data do documento: 24-Mar-2015
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: KAIAQUE, L. P. M., Estrutura e Diversidade Genética de Eriotheca macrophylla (K. Schum.) A. Robyns (Malvaceae) no mini-corredor ecológico Sooretama/Goytacazes/Comboios, Espírito Santo, Brasil.
Resumo: O domínio da Mata Atlântica engloba a cobertura florestal que se estende sobre a cadeia montanhosa litorânea ao longo do Oceano Atlântico nas regiões nordeste, sudeste e sul do Brasil, além do leste do Paraguai e Missiones, na Argentina. No Espírito Santo, a Mata Atlântica se estende por três zonas geologicamente distintas: a planície quaternária, a serrana e a zona dos tabuleiros terciários. De igual forma, o bioma nessas zonas encontra-se descontínuo, com diferentes tamanhos de fragmentos. No norte do ES, o desmatamento teve seu auge na década de 50, onde as florestas foram reduzidas a 30% da cobertura original e, atualmente, ocorrem em fragmentos de diferentes tamanhos em estágios distintos de regeneração, comprometendo a estrutura genética das populações. Neste contexto, a possibilidade de conexão entre fragmentos por meio de corredores ecológicos, tem se tornado uma forma de se manter a diversidade genética das populações. No corredor Central da Mata Atlântica, ao Norte do ES, encontra-se o mini-corredor Sooretama/Goytacazes/Comboios, onde foram estudadas a estrutura populacional e diversidade genética de Eriotheca macrophylla (K. Schum.) A. Robyns. Em cada um dos três fragmentos que compõem o mini corredor foram alocadas 30 parcelas de 100m² e coletados dados de altura e diâmetro de plântulas, jovens e adultos para a avaliação populacional e coletado material biológico para as analises de diversidade genética. Sooretama teve menor número de indivíduos e Comboios o maior, fato relacionado à preferência de habitat pela espécie. A espécie apresentou distribuição aleatória e sua estrutura concentrada nas classes iniciais de diâmetro (até 10cm DAP) e altura (até 10m de altura), mostrando que há regeneração,. Foram gerados 109 fragmentos a partir de 7 primers (88,95% polimórficos). A diversidade genética foi elevada, com Índice de Shannon global de 0,537. Por meio da AMOVA, observou maior variabilidade dentro (94,2%) das populações. O ØST (0,0579) classificou a população como moderadamente estruturada. Estes resultados sugerem intensa comunicação entre os fragmentos no passado (Nm=4,06), indicando que houve uma única matriz populacional. A alta diversidade genética e a não diferenciação estrutural (horizontal, vertical e genética) entre as populações, sugere que E. macrophylla distribuída pelos três fragmentos ainda não foi afetada pelo histórico da fragmentação.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/5244
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