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Título: INQUÉRITO SOROLÓGICO PARA HANSENÍASE EM PROFISSIONAIS DE SAÚDE NO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CASSIANO ANTONIO MORAES - VITÓRIA - ESPÍRITO SANTO - BRASIL
Autor(es): LANDEIRO, L. G.
Orientador: DINIZ, L. M.
Data do documento: 7-Mar-2014
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: LANDEIRO, L. G., INQUÉRITO SOROLÓGICO PARA HANSENÍASE EM PROFISSIONAIS DE SAÚDE NO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CASSIANO ANTONIO MORAES - VITÓRIA - ESPÍRITO SANTO - BRASIL
Resumo: Introdução: A hanseníase é importante problema de saúde pública no Brasil e seus programas de controle, visando interromper a cadeia de transmissão, possuem como foco os contatos domiciliares de pacientes hansênicos. Entretanto, a importância dos contatos extradomiciliares e dos portadores de infecção subclínica vem sendo cada vez mais estudada. Os profissionais de saúde, além de estarem inseridos no mesmo contexto endêmico de seus pacientes, entram em contato, muitas vezes de forma recorrente, com pacientes portadores de hanseníase. Objetivo: Compreender melhor a exposição dos profissionais de saúde do Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes ao Mycobacterium leprae, através da determinação de sua soropositividade para o PGL I e da correlação desta soropositividade com diversos fatores, tais como: sexo, profissão, local de trabalho, tempo de atuação profissional, trabalho com pacientes hansênicos, existência de contato domiciliar com hanseníase, comorbidades relacionadas ao ML-Flow falso positivo e consumo de carne bovina, leite e derivados. Pacientes e Métodos: Estudo transversal, descritivo, observacional e homodêmico, utilizando amostra de 300 profissionais de saúde do Hospital Universitário Cassiano Antonio Moraes. Resultados: Dos 300 profissionais de saúde recrutados, 296 apresentaram testes ML-Flow válidos e foram, portanto, incluídos no estudo. Destes 296 profissionais de saúde estudados, 83% eram do sexo feminino, 59% eram auxiliares de enfermagem, 22% eram médicos, 5% trabalhavam em ambulatórios da hanseníase, 71% exerciam suas profissões há mais de dez anos, 79% negavam haver trabalhado com pacientes hansênicos e 7% referiam contato domiciliar com hanseníase. A soropositividade para o PGL I, entre os participantes, foi de 30,7%. Discussão e Conclusão: Além da alta soropositividade para o PGL I, identificada entre os profissionais de saúde estudados, foi determinada associação estatisticamente significativa (p=0,001) entre a positividade para o anti-PGL I e a presença de contato domiciliar com pacientes hansênicos. Não foi demonstrada associação entre a positividade para o anti-PGL I e os demais fatores analisados. Palavras-chave: Hanseníase; Mycobacterium leprae; Glicolipídeo Fenólico I; PGL I; Profissional de Saúde; Sorologia.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/5285
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