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Título: "Triagem de encefalopatia hepática mínima em pacientes portadores de cirrose hepática através da avaliação da função frontal pelo teste frontal assesment battery (FAB)"
Autor(es): SOUZA, K. Z.
Orientador: GOMES, M. P. Z.
Data do documento: 11-Dez-2014
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: SOUZA, K. Z., "Triagem de encefalopatia hepática mínima em pacientes portadores de cirrose hepática através da avaliação da função frontal pelo teste frontal assesment battery (FAB)"
Resumo: Introdução: Dentro do espectro da Encefalopatia Hepática, a Encefalopatia Hepática Mínima (EHM) é a forma mais leve, caracterizada por mudanças sutis na função cognitiva, assim como pela ausência de distúrbios motores ou alterações no ciclo sono-vigília. Deve-se reconhecer a importância da EHM devido ao seu impacto negativo na qualidade de vida do paciente e ao maior risco do portador de EHM de desenvolver EH franca. Ainda não há método diagnóstico padrão ouro de EHM. Seria importante um teste de triagem para rastreio de EHM, de fácil execução para que o tratamento não seja adiado. Objetivos: Testar a Bateria de Avaliação Frontal (FAB), um método psicométrico objetivo e prático, que pode ser aplicado pelo clínico, durante a consulta ambulatorial, em um intervalo de tempo de cerca de 10 minutos, como o instrumento de detecção de EHM nos portadores de cirrose hepática. Metodologia: FAB foi aplicada em 87 pacientes portadores de cirrose hepática e 40 controles não-cirróticos atendidos nos ambulatórios de álcool, de fígado e na enfermaria de gastroenterologia do Hospital Universitário Cassiano Antônio de Moraes (HUCAM), no Espírito Santo. Resultados:A média do FAB entre os cirróticos apresentou menores valores do que entre não-cirróticos (10,6±3,67 vs 12,25 ± 2,72 p=0,015). Pode-se dizer que os cirróticos sem EH franca apresentaram menores valores de FAB do que os não-cirróticos (11,14± 3,25 vs 12,25 ± 2,72 p=0,067). Quanto à pontuação do subteste GO-NO-GO também observamos médias menores entre os cirróticos sem EH franca do que entre os não cirróticos (1,72± 0,93 vs 2,2 ± 0,85 p=0,011).Comparando-se os cirróticos portadores de EH franca com cirróticos não portadores de EH franca foi observado menores valores de FAB entre os encefalopatas (8,25 ± 4,55 vs 11,14 ± 3,25 p=0,027).Conclusão:O FAB mostrou menores valores entre os pacientes cirróticos do que entre os não cirróticos, entre os portadores de EH franca do que entre os não portadores de EH e entre cirróticos não portadores de EH franca e do que entre os não cirróticos, o que indica que o FAB pode ser um instrumento promissor para detecção de EHM e de classificação quanto a gravidade de EH. Palavras chave: cirrose hepática, lobo frontal, funções executivas, encefalopatia hepática.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/5291
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